Notícias do mundo gospel
Postado em: 28/01/2012 às 03h55
TAMANHO DA FONTE  A- A+
As 5 gospel mais mais da semana

Bispo anuncia vaga para pastor em classificados, requisito é ser ex-pastor da Mundial ou Universal

O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba (PR) desta sexta-feira, 27, publicou na sessão de classificados um anúncio de emprego para pastores. No pequeno texto o dono da denominação pede para que os interessados pela vaga tenham sido pastores das igrejas Universal do Reino de Deus ou Mundial do Poder de Deus.

Ao ler esse anúncio o radialista da Banda B, Luiz Carlos Martins , entrou em contato com o bispo responsável e mostrou interesse pela vaga.
Na conversa ao telefone, o bispo Antônio José explica que precisa de um pastor para uma nova igreja que está sendo aberta na cidade de São José dos Pinhais, a vaga é para trabalhar na Igreja Global do Poder de Deus, um ministério novo com sede em Ponta Grossa.

Na pequena entrevista o bispo fala que o salário do pastor varia. “Se for casado é x (o bispo disse x mesmo), se for solteiro é outro x, se precisar alugar casa pra morar a gente ajeita tudo”, disse o bispo.

O apresentador tenta esticar a conversa, já que o bispo informa que estava em uma reunião, questionando se a escolha do município se deve ao fato de São José dos Pinhais ser uma cidade rica. “Eu ligo mais tarde, mas em que cidade é a igreja?”, questionou o locutor. “ São José dos Pinhais”, disse o bispo.
O radialista insiste e pergunta: “É bom, porque é uma cidade rica não é?”, para surpresa dos ouvintes o bispo diz: “Exatamente”.

Com informações Banda B


Jornalista critica atletas cristãos no MMA: “Bate na cara do rival e diz que foi Jesus?”

Não são só pastores que comentam as atitudes dos lutadores de MMA que ao final da luta agradecem a Deus pela vitória, dizendo que sem ajuda divina não conseguiriam derrubar o adversário. O jornalista João Carlos Assumpção, do Lance! publicou na versão impressa do jornal e também em seu blog no site do periódico sobre essa questão, dizendo que não consegue entender como Cristo tem parte com o esporte.

No texto ele fala dessa aproximação entre os atletas e a religião lembrando que no futebol as ações de jogadores como o Kaká chegou até mesmo a incomodar a FIFA e que hoje além dos gramados a fé também está invadindo os octógonos.

“Agora, além dos campos de futebol, virou moda também no octógono os brasileiros festejarem suas vitórias louvando Cristo e atribuindo a ele os murros, cotoveladas, pancadas na cabeça e todo o sangue que tiram de seus adversários”, escreve o jornalista.

Assim como muitos pastores e evangélicos não entendem como Deus pode abençoar um esporte tão violento, Assumpção também questiona esse envolvimento entre Cristo e a luta. “O sujeito quebra o maxilar do rival, arrasa seu rosto, abre a testa, tira sangue da orelha, faz o adversário dormir e sai comemorando e agradecendo Jesus, dizendo que o mérito foi dele. Por ter apagado o outro? Teve o dedo de Cristo aí?”

No final de seu texto o jornalista cita que as religiões são usadas para tudo, tanto para justificar uma guerra como para explicar as injustiças e desgraças da vida. “As religiões são usadas para tudo. Para justificar guerras (e isso não é de hoje), preconceitos e discriminações, “explicar” as injustiças e desgraças da vida, mas agora, além de jogar bola, parece que Jesus entrou no octógono e partiu para a pancadaria”, escreveu.

Gospel Prime


Ateu é condenado a 5 anos de prisão por escrever no Facebook: “Deus não existe”

Um ateu foi acusado de blasfêmia e preso depois de ser denunciado pelo Conselho de Ulemás da Indonésia. O arquipélago da Indonésia, com 210 milhões de habitantes é o maior país muçulmano do mundo. Estima-se que 90% de sua população segue o Islã. Os ulemás são um tipo de líder religioso muçulmano.

O Comissário Chairul Aziz, chefe de polícia de Dharmasraya, cidade da ilha de Sumatra disse em entrevista ao jornal Jakarta Globe que os representantes do Conselho de Ulemás e de outras organizações islâmicas acreditam que Alexander, 31, afrontou o Islã usando passagens do Alcorão para negar a existência de Deus.

Alexander, um funcionário público, pode ser condenado a passar cinco anos na prisão por escrever “Deus não existe” na página do Facebook do grupo que ele modera, “Ateis Minang” (“Os ateus de Minang”). Essa página tem 1.361 seguidores.

De acordo com seu perfil pessoal no Facebook, ele foi criado muçulmano, mas em 2008 decidiu não mais seguir a religião de seus pais. Suas postagens aparentemente foram removidas após sua detenção.

Seu breve comentário acabou gerando um debate sobre religião com outros usuários da rede social. Logo em seguida ele também teria escrito: “Se Deus existe, por que acontecem coisas ruins?” e também “Se Deus é misericordioso, deveriam acontecer apenas coisas boas”.

O que começou como uma argumentação on-line, acabou levando dezenas de pessoas irritadas com Alexander a invadir o escritório onde ele trabalhava. Entre elas estavam alguns de seus colegas de trabalho. Além de passarem a discutir verbalmente dentro escritório, alguns passaram a agredi-lo violentamente. A polícia então foi acionada e agora Alexander está em regime de prisão preventiva.

O comissário Chairul explica que o problema maior foi Alexander ter usado o Alcorão para justificar seu ponto de vista ateu. ”Ao fazer isso, ele violou as leis antiblasfêmia do país, ofendendo o Islã.”

“O homem disse aos investigadores da polícia que, se Deus realmente existe e tem poder absoluto, por que ele não impedir que coisas ruins acontecendo neste mundo.”

O Código Penal da Indonésia prevê uma pena de até cinco anos para o crime de blasfêmia, definido como “expressar publicamente sentimentos ou fazer algo que divulgue abusos, ódio ou ofensas a certas religiões na Indonésia, de forma que possa fazer alguém desacreditar a religião”.

A Comissão Nacional de Direitos Humanos da Indonésia, presidida por Ifdhal Kasim pediu que a polícia mantenha-se neutra e não sinta-se forçada a agir pela pressão da maioria.

“Eles deveriam proteger a liberdade de expressão, em vez de ouvir os apelos da maioria”, disse ao jornal. ”A polícia deve permanecer neutra, em vez de cumprir a lei subjetivamente”.

Ele também atacou o  Conselho de Ulemás, dizendo que é uma organização religiosa e não uma instituição estatal. ”Se todo mundo obedece o que o Conselho diz, seguir a lei será impossível”.

Um membro de uma importante organização ateísta da capital Jacarta, disse que o caso é uma clara violação dos direitos humanos. Ele não quis ser identificado, pois teme por sua segurança. “Se o Conselho de Ulemás pensa que há um amigo imaginário lá em cima, isso não significa que as outras pessoas também devem acreditar “, disse ele. ”Por que não podemos criticar a religião? Isso é contra a liberdade de expressão e os direitos humanos.”

Traduzido e adaptado The Blaze e The Jakarta Globe


Agência de Pregadores: empresas contratam pastores para pregarem em eventos de acordo com estilo do culto

Com o crescimento constante do número de evangélicos no país, e a expansão das igrejas neo-pentecostais, uma espécie de serviço vem se popularizando entre líderes de igrejas e pregadores: as agências de pregadores.

Não é exatamente novidade, pois essas organizações existem há um certo tempo, porém um certo crescimento vem sendo registrado nesse ramo. As agências de pregadores funcionam como organizadoras das agendas dos pregadores e negociam com as igrejas interessadas detalhes a respeito da contratação: desde o estilo do pregador até valor do cachê, ou ainda, cursos de pregação.

A organização em formato sindical também já existe, e os pregadores podem filiar-se preenchendo um cadastro e pagando um valor de taxa de inscrição. O Conselho Oficial dos Pregadores Evangélicos do Brasil oferece sistema de pagamento on line e pede renovação a cada um ou dois anos do cadastro. O tempo de duração do cadastro é uma escolha do pregador, que pode optar por pagar um valor menor por um ano, ou um valor maior, referente a dois anos de filiação.

O pastor Ciro Sanches Zibordi republicou recentemente um artigo em que ele se coloca frontalmente contrário a esse tipo de serviço e organizações: “Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro”.

Zibordi afirma que “o pregador, de uns tempos para cá, se transformou em um produto. Há alguns anos, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: ‘Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?’. Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão, eu não serviria para pregar em uma vigília”.

Para o pastor, somente conhecimento bíblico e o dom da oratória não são suficientes: “ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

O pastor e blogueiro também classifica os tipos de pregadores existentes e descreve as características de cada um, com base na forma de falar e no público que atrai. Ciro ainda relata que o surgimento das mídias sociais proporcionou um ambiente para que os pregadores ganhassem fãs e fóruns de debate sobre características e competências de cada um, gerando uma competição promovida pelos internautas para decidir qual é o melhor dos pregadores: “Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê”.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Grandes ‘pregadores’, pequenos resultados”:

Este artigo foi publicado pela primeira vez em 2009. Mas resolvi republicá-lo com alguns acréscimos, haja vista alguns acontecimentos recentes.

Há duas décadas, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores. Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”. Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?” E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

É impressionante como o pregador, de uns tempos para cá, se transformou em um produto. Há alguns anos, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?” Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão, eu não serviria para pregar em uma vigília!

Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro. E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet. Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê. Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”.

Ela tem razão. Ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvo:

Pregador humorista. Diverte muito o seu público-alvo. Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações. Ele é como famosos humoristas do gênero stand-up comedy. De vez em quando cita versículos. Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.

Pregador “de vigília”. Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor… faça-se tudo decentemente e com ordem”. Quando ele vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção. Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29). Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

Pregador “de congresso”. Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título. Mas o pregador “de congresso” anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”, mas é mais famoso. Segundo os admiradores dessa modalidade de pregação, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”. Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo… Se for preciso, gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais… Exposição bíblica, mesmo, quase nada!

Pregador “de congresso” agressivo. É aquele que tem as mesmas características do pregador acima, mas com uma “qualidade” a mais. Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente. Suas principais provocações são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”. Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em atacar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

Pregador popstar. Seu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus. É um tipo de pregador admirado por milhares de pessoas. Já superou o pregador de congresso. É um verdadeiro artista. Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente. Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação. É hábil em fazer o seu público abrir a carteira. Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo. Eles não se importam com as heresias e modismos dele. Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.

Pregador “ungido”. Para impressionar o seu público, derrama óleo sobre a própria cabeça ou pede para seus auxiliares fazerem isso. Um desses pregadores pediu, recentemente, para sua equipe derramar doze jarras de azeite em sua cabeça! E o terno? Ah, isso não importa. Somente os fariseus se preocupam com desperdício. Para os fãs desse tipo de pregador tudo atos pretensamente proféticos valem muito mais que uma simples exposição bíblica…

Pregador milagreiro. Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo. Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”. Cativa e domina o seu público, que, aliás, não está interessado em ouvir uma exposição bíblica. O que mais deseja é ver sinais, como pessoas lançadas ao chão supostamente pelo poder de Deus e fenômenos controversos. Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação. Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.

Pregador mercantilista. Todas as suas mensagens têm como meta induzir o seu público e dar dinheiro. Esse tipo de pregador existe desde os tempos dos apóstolos (2 Co 2.17; 2 Pe 2.1-3) e, na atualidade, aparece bastante na televisão. Alguns pregadores mercantilistas pertencem também à categoria popstar. Qualquer passagem bíblica pode ser usada a bel-prazer, a fim de atender aos seus propósitos. Isaque é a “melhor oferta financeira”, jumentinho que Jesus montou é “BMW”. E assim por diante.

Pregador contador de histórias. Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina. Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo. Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum…” Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.

Pregador cantante. Indeciso quanto à sua chamada. Costuma cantar dois ou três hinos (hinos?) antes da pregação e outro no meio dela. Ao final, canta mais um. Seu público gosta dessa “versatilidade” e comemora: “Esse irmão é uma bênção! Prega e canta”. Na verdade, ele não faz nenhuma das duas coisas bem.

Pregador “massagista”. É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5). Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro. Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”, principalmente a financeira. Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar, mercantilista e milagreiro.

Pregador sem graça. É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33). É um pregador bem suado, e não necessariamente abençoado. Sua pregação, literalmente sem graça, é como uma espada: comprida e chata (maçante, enfadonha). Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação.

Pregador chamado por Deus (1 Tm 2.7). Prega a Palavra de Deus com verdade. Estuda a Bíblia diariamente. Ora. Jejua. É verdadeiramente espiritual. Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra. Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado. Seu público — que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) — sabe que ele é um profeta de Deus. Sua mensagem é Cristo (1 Co 1.22,23; 2.1-5). Esse tipo de pregador está em falta em nossos dias, mas não chama muito a atenção das agências de pregadores. A bem da verdade, estas sabem que nunca poderão contar com ele…

Qual é a sua modalidade preferida, prezado leitor? Você pertence a qual público? E você, pregador, qual dos perfis apresentados mais lhe agrada? Qual é a sua motivação? Você prega para agradar a Deus, verdadeiramente, ou tem outros interesses?

Fonte: Gospel+


Pastor conhecido como “Profeta da chuva” afirma que pecado é a razão de seca

O pastor Joel Engel, conhecido como “profeta da chuva” afirmou em artigo para o site Guia-me que o pecado é a razão de seca em algumas cidades.

Com o título “Por que chove sobre uma cidade e sobre outra não?”, o artigo do pastor da cidade de Porto Alegre afirma que devido aos pecados, algumas cidades não recebem “sequer um pingo” de chuva. Segundo o pastor, isso seria cumprimento do “que está escrito na Bíblia”.

Em seu relato, o pastor Joel afirma que a seca desapareceu em cidades que “o povo de Deus entrou em oração, assumindo e confessado e intercedendo pelos pecadores, Deus respondeu com chuva”.

A passagem bíblica usada pelo pastor para ilustrar sua mensagem é Amós 4:7: “Além disso, retive de vós a chuva, três meses ainda antes da ceifa; e fiz chover sobre uma cidade e sobre a outra, cidade não fiz chover; sobre um campo choveu, mas o outro, sobre o qual não choveu, se secou”.

O “profeta da chuva” afirmou que em 24 de dezembro de 2011, a falta de chuva na cidade de Santa Maria, cidade com 260 mil habitantes do estado do Rio Grande do Sul, foi solucionada ao reconhecerem a injustiça de abandono de índios: “Pedimos perdão, lavamos os pés das crianças índias em um ato de humildade diante de Deus e ofertamos, e assim Deus enviou chuva no Natal”, escreveu o pastor Joel Engel.

Fonte: Gospel+



 
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