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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 20/09/2017

3 erros muito comuns que estudantes cometem na redação do Enem

Com um peso representativo na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a prova de redação tira o sono de muitos candidatos a uma vaga em faculdades de todo o Brasil, que selecionam estudantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Para alcançar a nota máxima, a famosa redação nota mil, é preciso mais do que apenas estudar os assuntos de atualidades que podem ser requisitados nesta avaliação. O estudante deve saber elaborar um bom texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas, com uma excelente proposta de solução.

 

De acordo com a coordenadora de Redação do Curso Poliedro, Gabriela de Araújo Carvalho, existem alguns erros recorrentes que os candidatos comentem nesta prova. Com o objetivo de auxiliá-los a evitar essas falhas no decorrer texto, a especialista aponta abaixo quais são elas e como saná-las:

 

1 – Fugir do tema solicitado

 

É preciso ter muita atenção ao desenvolver o tema solicitado na redação do Enem, aponta Gabriela. Por isso, o vestibulando deve se ater as palavras-chave do assunto, com o intuito de garantir que não fugirá do enfoque. Em 2016, por exemplo, quando a redação solicitou “caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, palavras- chave importantes a serem utilizadas no texto foram “caminhos”, “combate” e “intolerância religiosa”.

 

2 – Não identificar o problema

 

Um dos pressupostos da redação do Enem é o de que há um problema a ser resolvido. Neste sentido, o candidato deve refletir sobre o assunto e não apenas descrevê-lo. “É preciso mostrar que esse problema desencadeia questões relativas aos direitos humanos”, reforça Gabriela.

 

3 – Criar uma proposta de intervenção confusa

 

O terceiro ponto mais difícil para os candidatos ao Enem, segundo a coordenadora de Redação, é detalhar a proposta de intervenção com clareza e coerência. É necessário propor de forma lógica as soluções pensadas para o problema identificado.

 

Segundo Gabriela, essa proposta precisa ter agente, detalhamento da ação (quem vai fazer, o que será feito e de qual forma), além de estar totalmente interligada àquilo que foi descrito no corpo do texto. “Se o candidato estiver por dentro do tema pedido, relacionando-o aos direitos humanos e trazendo uma solução coesa e eficaz, pode ficar tranquilo ao desenvolver a redação”, finaliza.

 
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