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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 23/11/2017

7 formas cientificamente comprovadas para se livrar do inchaço

O inchaço abdominal pode afetar qualquer pessoa em qualquer momento do dia, comprometendo o bem-estar e a qualidade de vida. As causas do inchaço são muitas e vão desde a genética à sensibilidade alimentar. Os problemas intestinais, as dificuldades na digestão e algumas doenças como a síndrome do intestino irritável são alguns dos fatores que também contribuem para este problema.

 

Os estudos sobre o tema são vários e o site Mind Body Green listou as oito formas cientificamente provadas para se livrar deste incômodo. Uma delas é detectar os alimentos que podem estar na origem do inchaço, sendo os compostos por glúten, lacticínios e açúcar os mais comuns.

 

Procurar comer alimentos que, por si só, combatem o inchaço é uma boa estratégia, sendo a beterraba, o morango e os aspargos três alimentos muito eficazes. A beterraba, explica a publicação, alia o poder diurético à capacidade prebiótica, já o morango é bom para combater a retenção de água. Quanto aos aspargos, estes são também um prebiótico que melhora a saúde das bactérias boas dos intestinos.

 

De acordo com a ciência, o inchaço, os gases e a flatulência entre meia hora a três horas depois de comer é um sinal de que não se produzem enzimas digestivas suficientes, sendo, por isso, importante tomar suplementos que possam frear este cenário.

 

E por falar em suplementos, a publicação aponta que os suplementos que aumentem a produção de ácido estomacal são fundamentais. É importante adicionar este ‘extra’ a uma refeição rica em proteína, de acordo com a publicação. Também os probióticos – por via de suplementos ou de alimentos – ajuda a criar um escudo protetor contra o inchaço.

 

O frutano é um dos causadores de sensibilidade e inchaço, por isso, o consumo de carbooidratos deve ser reduzido.

 

Tomar o mínimo de medicamentos possível é uma outra forma bastante eficaz de prevenir o inchaço, uma vez que existem medicamentos que afetam o bom funcionamento da digestão e que alteram (por vezes, por completo) a microbiota intestinal.

 

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