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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 06/07/2017

Antes do spinner “diabólico”, outros brinquedos ganharam a fama de “satânicos”

Nos anos 1980 e 1990 era comum pessoas atribuírem a brinquedos origens diabólicas, e no meio evangélico, muitas vezes essas ideias eram bastante fortes.

 

Recentemente, um pastor disse que o novo brinquedo da moda, o spinner, é satânico porque levava as pessoas a fazerem, involuntariamente, símbolos de adoração ao diabo, como apontar os dedos indicador e mínimo para cima, ou erguer médio, anelar e mínimo, supostamente formando o 666.

 

No entanto, outros brinquedos já ocuparam essa posição; Confira a lista:

 

Fofão

 

O boneco do Fofão fez muito sucesso em vendas, mas algum tempo depois espalhou-se pelo Brasil a lenda de que havia uma adaga escondida dentro do brinquedo. Outros rumores diziam que o artefato era fonte de maldição.

Resultado? Milhares de bonecos “perderam a cabeça” para que pais comprovassem a história, que no final, nada mais era do que um exagero sobre uma peça plástica que servia para unir as partes do boneco.

 

Boneca da Xuxa

 

Lançada com alarde e registrando um enorme sucesso de vendas, a boneca virou assunto de vários jornais em 1989, quando supostamente um exemplar teria ganho vida e tentado atacar uma criança dentro da catedral de Sorocaba.

 

De acordo com informações do site F5, a origem do rumor pode ter sido uma brincadeira que saiu de controle, inspirada no roteiro do filme “Brinquedo Assassino”, lançado um ano antes, que mostrava o boneco Chucky fazendo maldades.

 

Baby

 

Personagem da série Família Dinossauro (veiculada pela Globo em 1992), o boneco Baby ficou muito popular por causa de seu bordão “não é a mamãe”. Um brinquedo inspirado no bebê dinossauro foi lançado, e logo, acompanhado de histórias que ganhava vida à noite e se mexia sozinho.

 

Dungeons & Dragons

 

Lançado nos anos 1980 nos Estados Unidos, o jogo RPG de mesa logo atraiu para si olhares preocupados de lideranças religiosas, porque trazia entre seus personagens, magos, dragões e demônios. Foi o suficiente para que a pecha de “jogo de bruxaria” pegasse e se espalhasse, acompanhando o brinquedo até em seu lançamento no Brasil, anos depois.

 

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