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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 13/05/2017

Após mortes, cristãos intercedem a Deus pela paz na Venezuela

Nas últimas semanas, todos os dias há milhares de venezuelanos marchando pelas ruas do país, protestando contra o ditador Nicolás Maduro e seu governo comunista que gerou grande fome e convulsão social.

 

Segundo dados divulgados pelo Observatório Venezuelano de Conflituosidade Social (OVSC), foram 946 manifestações, entre 1 de abril e 7 de maio, a maior parte delas na capital Caracas e nos Estados de Carabobo, Miranda, Arágua e Lara. Durante as manifestações mais de 1 700 pessoas foram detidas e pelo menos 44 morreram.

 

Entre os muitos vídeos que mostram os conflitos entre as forças policiais aliadas ao governo e os manifestantes, um deles destoa por não mostrar cenas de violência. Pelo contrário, mostram cristãos intercedendo a Deus pela paz na Venezuela.

 

Não há informações de quem eram essas pessoas, mas eles oram diante de um grupo de policiais que os impediam de passar nas ruas de Caracas. Incapaz de prosseguir, eles decidiram clamar pela intervenção divina.

 

É possível ouvi-los dizendo que estão em uma guerra que não é contra homens. Também repreendem a ação demoníaca, que julgam estar influenciando a violência e causando as mortes.

 

Pastores de diferentes denominações se juntaram para fazer uma caminhada, ao estilo Marcha para Jesus, no mês passado, onde foram feitas orações pelo país, bem como clamores pela intervenção de Deus.

 

“Todos os cristãos juntos enviaram um mensagem para o país, seja os que defendem o governo seja os da oposição: Jesus é o senhor de Venezuela!”, explica o pastor Yllaramendi.

 

Segundo o pastor Jaime Pérez, esse é o momento para que a Venezuela reconheça que “a resposta está em Jesus Cristo, está na esperança de que só poderemos ser curados e transformados pelo poder de Deus”.

 

Alguns líderes acreditam que o país está as portas de um avivamento, por que muitas pessoas têm procurado as igrejas em busca de ajuda e com isso ouvem a Palavra.

 

O clima no país só piorou depois que Maduro anunciou sua intenção de “elaborar uma nova Constituição”. A maioria dos venezuelanos acreditam que isso é uma afronta ao Estado de direito e as leis do país, que apenas consolidará o projeto ditatorial iniciado pelo falecido presidente Hugo Chavez, chamado de “bolivarianismo”.

 
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