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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 08/01/2018

Após vídeo em baile fuck, cantor Tonzão confirma saída do gospel

A decisão do funkeiro Tonzão em abandonar a carreira na música gospel e se desvincular da igreja onde era membro continua repercutindo, e o artista veio a público nas redes sociais reiterar que sua decisão não foi tomada somente porque foi flagrado em um baile funk.

 

“Eu não pausei a carreira por vergonha de ser flagrado em baile funk! É só ver minhas últimas postagens e reparar as datas! Na realidade as pessoas têm inveja da minha personalidade pois sou livre e sincero, eu parei a carreira muito antes quando já estava me dando vontade de extravasar devido às minhas fraquezas”, afirmou o cantor.

 

Tonzão se tornou conhecido no meio gospel brasileiro por conta de sua fama pregressa no funk, e também por conta da música Passinho do Abençoado, que se popularizou entre os evangélicos em vídeos e memes da internet.

 

Ao longo da última semana, Tonzão esteve no centro das discussões nas redes sociais por conta do vídeo que o mostrava participando de um baile funk. Após a polêmica estar instalada, sua esposa veio a público e revelou as dificuldades que vinham enfrentando e pediu orações pelo marido, que ela considera que nunca “foi liberto” do funk.

 

Agora, Tonzão afirmou que sua decisão não teve motivação financeira: “Não é por falta de agenda, pois o carinho que conquistei e o respeito do povo é tão grande que mesmo dessa forma tem milhares de igrejas me ligando e dizendo que me aceitam assim mesmo por que me amam! Eu tinha muitas agendas marcadas, inclusive meu carnaval seria todo fora do RJ e por um valor alto, e com os ministérios mais respeitados do Brasil”.

 

Segundo o funkeiro, o cancelamento de sua agenda está sendo feito de forma apropriada pela equipe responsável: “Meu escritório está devolvendo os valores já depositados […] E eu fico feliz pois teve um povo que nem quis o valor de volta ofertaram na minha vida com amor!”, revelou.

 

Ao final, demonstrou que não se preocupa com a opinião crítica da maioria dos evangélicos: “Respeitem minha história. Podem criticar, falar o que quiser [sic], mas não foi por flagra que parei […] Me programei para esse momento e estou preparado para tudo. Se quiser me ajudar, me ajuda em oração!”, salientou.

 

 

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