Coluna Especial

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 10/03/2016

Até onde vai a nossa relação com o governo?

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Rm 13.1. “Todos devem sujeitar-se às autoridades superiores; porquanto, não, há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Ele”.

 
Texto mais difícil de obedecer do que de entender. Sujeitar-se, colocar-se abaixo de uma autoridade pessoa ímpia não seria montar uma base para julgo desigual? Esta obediência deve ser cega ou inteligente? Em outras palavras, devo me submeter a qualquer tipo de mim posição legal? Coisas do tipo casamento entre pessoas do mesmo gênero, me calar diante da injustiça governamental obedecer ordens absurdas ou que contrariem a Palavra de Deus.

 
A Igreja primitiva foi duramente reprimida por causa da sua clandestinidade e por não atender a exigência de aderir as religiões estatais da sua época. O povo o rio Senhor Jesus não se dobrou diante das imposições sacerdotais e confrontada algumas autoridades religiosas chamando-as de hipócritas, guias cegos, etc. No entanto, aderiu a algumas normas sociais, como pagar imposto, não aderiu as normas cerimoniais como lavar as mãos a tese das refeições e abrindo a punição de morte aplicada as prostitutas.

 
O cristão tem o dever de se tornar um cidadão exemplar, mas deve obedecer apenas a imposições, que não contrariem as Escrituras. Assim fez Daniel, ao contrariar a ordem do imperador de se curvar diante da sua estátua.

 
A instituição governamental tem a bênção de Deus, mas somente até onde não contrarie as expectativas divinas para ela. Era papel dos profetas denunciar as discordâncias entre as leis da Terra e do Céu. Muitos servos de Deus foram sacrificados por se apresentarem como porta-vozes de Deus, confrontarem as autoridades, as avisarem sobre os perigos que rondam nações que se afastam de Deus e as convocaram ao arrependimento.

 
Devemos obedecer aos governantes da nossa nação, em suas exigências suportadas pela Palavra de Deus e manter o ministério profético de denunciar o erro e convocar a nação ao arrependimento. Cabe aos governantes decidirem se merecemos advertência, punição ou banimento. Paulo, condenado à prisão, se considerava prisioneiro de uma autoridade maior, que é Cristo, e mesmo algemado, continuou fazendo o que Deus mandava, mesmo que tivesse de pagar, por isto, com a sua própria vida.

 

Estas instruções não foram escritas para montar a nossa relação com autoridades religiosas, mas os mesmos princípios podem ser usados para determinarem como será a nossa relação com elas.

 

 

GUIAME