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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 15/09/2017

Atingidos pelas chuvas assistidos com colchões e cobertores em Feira

A Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil de Feira de Santana, órgão da Secretaria Municipal de Prevenção à Violência e Promoção dos Direitos Humanos (Seprev), está promovendo ações visando garantir assistência às famílias atingidas pelas chuvas que têm caído na cidade nos últimos dias. Esta semana as intervenções foram promovidas no bairro São João do Cazumbá, situado em área do Centro Industrial do Subaé (CIS), onde famílias de baixo poder aquisitivo estão enfrentando dificuldades.

 

Somente no bairro São João do Cazumbá foram atendidas 21 famílias atingidas pelas chuvas. Elas receberam da Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil vários colchões, cobertores, toalhas, travesseiros, lençóis e outros donativos emergenciais.

 

O coordenador da Defesa Civil, Pedro Américo Lopes, explica que o órgão municipal está em estado de alerta permanente para atender às solicitações dos populares em casos de incidentes. “Felizmente as ocorrências durante este período em Feira de Santana se concentram em pequenos alagamentos e infiltrações nas residências”, relatou.

 

O secretário da Seprev, Pablo Roberto Gonçalves da Silva, informa que o Governo Municipal, através deste órgão, está atento à situação e monitorando áreas de risco durante o período chuvoso. “O monitoramento é central para o desenvolvimento de ações do Governo Municipal”, frisou.

 

As ocorrências devem ser registradas na Seprev através do telefone 156, para que a Defesa Civil possa ser acionada e realizar ações necessárias, assim como a ação e outras medidas cabíveis pelo Governo Municipal ou órgãos competentes.

 

Além da zona urbana, principalmente bairros carentes ou cujas moradias estão em áreas de risco, como às margens de lagoas, a Defesa Civil Municipal também vem monitorando a situação na zona rural, onde existe a necessidade de abastecimento de água potável, já que em algumas localidades as chuvas que caíram não foram suficientes para garantir o abastecimento humano.

 

Secom