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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 06/11/2014

Cadh promove semana do diabético de 10 a 14

4112014144253Um membro amputado, cegueira e feridas pelo corpo. Conseqüências indesejáveis que a diabetes, se não tratada adequadamente, pode provocar. Esta é uma doença que exige dos pacientes mudanças de hábitos. São pessoas que apresentam aumento na taxa glicêmica – acima de 99mg/dl já indicativo para controle do açúcar no sangue.

 

De segunda-feira, 10, a sexta-feira, 14, quando é comemorado o Dia Mundial do Diabetes, a Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (Cadh), vai promover diversas atividades para os pacientes e a comunidade. O objetivo é conscientizar homens e mulheres sobre a importância da ingestão de alimentos saudáveis e em praticar a atividade física.
“Nossas ações estarão focadas no tema “Vida saudável e Diabetes”, que foi estabelecido pela Federação Internacional do Diabetes”, disse a coordenadora do Cadh, Andréia Silva. Nos dois primeiros dias haverá palestras para os pacientes. Na quarta-feira, 12, eles serão levados, às 8h30, para o Parque do Saber e, à tarde, serão orientados sobre os cuidados com o pé diabético. Na quinta-feira, 13, farão um passeio de trenzinho.
Já na sexta-feira, 14, as ações estarão concentradas no estacionamento da Prefeitura Municipal, onde serão oferecidos diversos serviços, como confecção do cartão SUS, orientações com a Defensoria Pública e o INSS, exames de fundo de olho – importante na detecção da retinopatia, que pode levar a cegueira – atividades recreativas, cortes de cabelo e massagem corporal.
“Nesse dia estaremos mobilizando a população para que saiba das complicações da doença, caso não seja tratada adequadamente, e que a diabetes pode ser evitada com mudança de atitude”, afirmou. Ela explica que existem dois tipos: a diabetes tipo 1 – são pacientes que têm insuficiência na produção de insulina, acometendo crianças a adultos jovens – e a do tipo 2, que é adquirida ao longo da vida. “A obesidade, o álcool e o fumo são fatores que contribuem para o aparecimento da doença”, diz.
No Cadh estão cadastrados cerca de 4 mil pacientes. No entanto, 3.500 seguem o tratamento. Eles são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta de clínico, enfermeiro, fisioterapeuta, assistente social, psicólogo, endocrinologista, nefrologista, cardiologista, angiologista, nutricionista e técnico de enfermagem.
“São pacientes encaminhados pela Atenção Básica, porque apresentam complicações em conseqüência da doença. Após o tratamento no Cadh, quando a diabetes já está controlada, eles são referenciados para sua unidade de origem”, ressalta a coordenadora do Cadh.

 

Secom