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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/12/2014

Cantora Mary J. Blige testemunha seu encontro com Deus e diz que a oração mudou sua vida

mary-j-blige (1)A cantora Mary J. Blige afirmou que a oração pode ser comparada a uma terapia, e disse que sempre superou problemas através da fé.

 

Tida como uma das referências da música R&B nos Estados Unidos, Mary J. Blige disse que nunca procurou um médico e que sempre supera seus problemas pessoais através da oração.

 

A declaração aconteceu durante uma entrevista em que ela explicava a inspiração para seu novo álbum, “The London Sessions”, em que as músicas falam sobre sua segurança na fé.

 

Mary atravessou muitas dificuldades durante a adolescência, mas preferia recorrer às orações ao invés de ir a um psicólogo. “Eu nunca me sentei para conversar com um médico. Mas eu meditava e orava, e tentava realmente assumir a responsabilidade desta forma”, disse em entrevista à Billboard.

 

Hoje com 43 anos, a cantora disse que na juventude foi viciada em álcool e cocaína, e chegou a sofrer com depressão, mas superou todas essas situações confiando em Deus: “Essa é uma terapia também, quando você assume a responsabilidade por toda a loucura que está fazendo e todas as coisas que você fez de errado”, acrescentou.

 

Há 20 anos, quando lançou o premiado álbum “My Life”, Mary não conseguia desfrutar de seu sucesso, pois sentia-se insegura e nutria aversão por si mesma. Tais problemas eram consequências dos abusos sexuais que sofreu na infância.

 

“My Life” foi vencedor do Grammy Awards de 1996, conquistou três Discos de Platina e foi incluído em uma lista dos 100 maiores álbuns de todos os tempos. As letras do repertório falam sobre os problemas que a cantora enfrentava em sua vida pessoal.

 

Segundo Mary, os problemas foram derrubados após ela ter um encontro com Deus num momento de oração, em que derramou muitas lágrimas contando a Ele seus problemas. Em um clamor pessoal e íntimo, Mary diz que sentiu Deus fazer sua “vida mudar ali mesmo”. “Você tem que sentir isso, lidar, e então se curar”, concluiu.

 

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