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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/07/2014

CBF tem lista de exigências para o novo técnico da Seleção Brasileira

download Com prazo, mas com critérios definidos. Assim será a busca pelo novo treinador da Seleção Brasileira. O presidente José Maria Marin afirmou ontem que até a próxima terça-feira, dia 22, o Brasil terá um novo comandante. Diz que não haverá afobação para contratar. O escolhido terá que se encaixar numa série de exigências da entidade.

 

Tanto Gilmar, o novo coordenador de seleções da CBF, quanto o presidente deixaram claro que o novo treinador não terá poderes absolutos. E terá que aceitar a filosofia que, além da aposta na juventude, terá o jogo coletivo como linha mestra do trabalho. “O novo treinador fará uma coisa que eu gosto, que é estudar, se atualizar. Vai viajar muito, ver jogos, treinos, interagir com outros treinadores. Temos que entender que é um momento delicado e trabalhar. Vamos buscar alguém que entenda isso. O trabalho que o Gallo está montando será a base da nossa Seleção”, disse Gilmar.

 

Certo é que o profissional que vai suceder Felipão será brasileiro. Nada de treinador estrangeiro como havia sido cogitado. “Com todo o respeito aos ótimos treinadores, não é o momento. Acho que é hora de buscar na nossa casa, alguém que conheça as nossas qualidades e os nossos problemas”, comentou.

 

O dirigente já tem um alvo definido. Falta apenas conversar com esse profissional. “Conversamos algumas coisas e estamos em contato. Traçamos um perfil e vamos conversar com essa pessoa. O mais importante é definir o que nós queremos e o perfil desta pessoa que queremos. Temos que reconhecer que precisamos mudar. Temos amistosos em breve. Não temos tempo para pensar, é hora de trabalhar”.

 

Tite preenche os requisitos e aparece como favorito. A ideia é apostar no futebol coletivo em detrimento do individualismo. Exemplo da Alemanha, tetracampeã aqui dentro do Brasil com um show de coletividade. “Será um projeto diferente. Vamos aprender a cada dia. O maior exemplo que a Alemanha me deu foi no primeiro jogo. O maior ensinamento que a gente tem além da parte tática. Ganhando de 4×0, eu me perguntei: ‘Por que ele (Jochim Löw) não colocava o Klose para fazer o gol?’. O coletivo estava acima do individual. Teremos sempre o plus do jogador brasileiro, mas o foco é no coletivo”, completou.

 

As informações são do Correio.