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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 07/04/2016

Contribuinte pode destinar parte do IR para Fundo da Criança

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Contribuintes do Imposto de Renda (IR) em Feira de Santana podem destinar parte da contribuição à Receita Federal para a execução de projetos sociais voltados para as crianças e adolescentes, desenvolvidos por entidades não governamentais sem fins lucrativos. Basta optar, na declaração, em destinar 6% do montante devido, no caso de pessoa física, ou 1% para pessoa jurídica, para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

 

A opção pela destinação da contribuição, através de dedução do IR, para a promoção de ações sociais voltadas para as crianças e adolescentes no município de Feira de Santana deve ser feita durante a declaração, clicando no link de doação para o fundo municipal (o contribuinte deve ficar atendo porque também aparecem opções para fundos estadual e federal), preenchendo formulário com o CNPJ 20.641.308.0001-23, Banco do Brasil, Agência 0041 – 8 e conta número 600.227-7, pertencente ao Fundo da Criança e do Adolescente. Em seguida, encaminha o comprovante para a Casa dos Conselhos, na rua Domingos Barbosa de Araújo, no bairro Kalilândia.

 

O secretário municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), Ildes Ferreira, informa que os contribuintes têm até o dia 30 de abril para fazerem a declaração do Imposto de Renda com a destinação de parte da contribuição para a promoção de projetos sociais voltados para as crianças e os adolescentes.

 

Conforme explica Ildes Ferreira, atualmente são 20 projetos de apoio às crianças e adolescentes selecionados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) desenvolvidos em Feira de Santana que atendem cerca de 9 mil crianças, além de outras três mil crianças atendidas pela própria Sedeso. “Além de pessoas físicas, temos grandes empresas, como a Belgo e a Pirelli, que são importantes doadores. Mas existem muitas outras empresas que poderiam destinar parte de seus impostos devidos para estes projetos e não fazem, talvez por desinformação, já que os recursos não saem de seus bolsos, mas sim da parte que encaminham para o Leão (IR)”, frisou.

 

Secom