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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 16/04/2018

“Deus não erra”, diz pastor Cláudio Duarte, opondo-se à ideologia de gênero no Raul Gil

O apresentador Raul Gil recebeu o pastor Cláudio Duarte no quadro “Pra Quem Você Tira o Chapéu” no último sábado, 14 de abril, e a ideologia de gênero foi um dos temas que o pregador evangélico pontuou de forma mais contundente, enfatizando que “Deus não erra”.

 

Com uma postura firme no que se refere à defesa da fé cristã, Cláudio Duarte também comentou questões da situação do país, com elogios ao juiz federal Sérgio Moro, e batalhas políticas travadas por representantes evangélicos no Congresso Nacional, como o pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) e o senador Magno Malta (PR-ES).

 

Sobre a ideologia de gênero, Cláudio Duarte afirmou que “na ótica bíblica, Deus não erra. Ele criou homem e mulher”, enfatizando que a ideia de uma construção de identidade a partir da influência da sociedade é uma distorção da biologia.

 

Duarte, no entanto, afirmou que sua oposição à ideologia de gênero não é desrespeito às pessoas que pensam diferente, mas sim, uma afirmação daquilo que acredita. Como forma de embasar seu argumento, lembrou de uma entrevista concedida ao próprio Raul Gil, em que fez duras críticas ao preconceito e desrespeito a homossexuais.

 

Não tirou o chapéu

 

Cláudio Duarte se recusou a tirar o chapéu para duas figuras extremamente polêmicas, e coincidentemente, ligadas à ideologia de esquerda: Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Lula (PT).

Sobre o deputado federal, o pastor pontuou que, por ser um formador de opinião, Jean Wyllys tem uma postura que deixa a desejar no que se refere à tolerância, tão pregada por ele. Ele acrescentou ainda que seu comportamento não é o que se espera de um representante eleito.

 

Já no caso de Lula, Cláudio Duarte admitiu que já apoiou o ex-presidente e deu seu voto, mas mudou de opinião diante dos fatos ligados à corrupção promovida nos governos petistas. O pastor também lamentou que muitas pessoas ainda estejam presas à falta de lógica, argumentando que ele “rouba, mas é bom”.

 

“Imagina se eu roubo o seu carro e te ofereço uma carona”, comparou, valendo-se de seu humor característico.

 

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