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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 12/08/2014

Edvaldo Lima diz que projeto influencia crianças ao homossexualismo

10417625_591191204332803_4724577634340710144_nNa manhã desta segunda-feira (11), em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, o vereador Edvaldo Lima (PP) citou uma passagem bíblica para se defender sobre as críticas dos seus pares com relação às suas declarações sobre o Plano Municipal da Juventude, que tem como objetivo consolidar políticas públicas para jovens, entre eles, homossexuais.

 

“Samuel, capítulo 16, versículo 42, diz o seguinte: ‘E, olhando o filisteu, e vendo a Davi, o desprezou, porquanto era jovem, ruivo, e de gentil aspecto’. Você sabe o que quer dizer isso? Juntou um exército inteiro para ir de encontro apenas a um jovem chamado Davi, que não tinha condições físicas para ganhar aquela guerra. Mas, ele venceu e não ganhou na força, porque enquanto o exercito dos filisteus foi a Davi com todo aparato de guerra, Davi foi ao gigante em nome do senhor dos exércitos”, disse.

 

O vereador completou: “se aqui nesta Casa eu não puder defender a minha fé, a família cristã, eu não sei o que é mais para a gente defender aqui. Eu aqui nesta Casa irei defender o reino de Deus, a família de Deus, as raízes familiares, os princípios bíblicos. Eu não posso me calar, tudo pode desabar mas eu ficarei com o senhor dos exércitos, onde eu estiver, irei proferir a minha fé e nem o presidente da república irá calar a minha voz”, afirmou.

 

Ele aproveitou o ensejo para solicitar aos seus pares que assinem uma emenda, de sua autoria, que retira o artigo 17, da lei municipal de nº 3.416/13, que institui o Plano Municipal da Juventude. Segundo ele, o referido artigo influencia as crianças ao homossexualismo.

 

A lei de nº 3.416/13, diz o seguinte, no art. 17: A diretriz específica de jovem LGBT possui as seguintes ações programáticas:

 

I – garantir a participação do jovem LGBT na elaboração das políticas públicas;
II – prover apoio psicológico, médico e social ao jovem em virtude de sua orientação sexual e à sua família em centros de apoio;
III – respeitar as diferentes formas de orientação sexual e o seu direito à livre expressão;
IV – desenvolver a consciência dos jovens acerca da diversidade sexual;
V – fortalecer o Programa Brasil sem Homofobia;
VI – apoiar a criação do Conselho da Diversidade Sexual;
VII – realizar campanhas de combate à homofobia;
VIII – incluir a orientação sexual e identidade de gênero em todos os documentos e informativos produzidos para as ações afirmativas em órgãos municipais;
IX – sensibilizar gestores e sociedade civil para a necessidade de construção de uma rede de proteção social para adolescentes e jovens LGBT;
X – combater toda forma de exploração sexual contra os adolescentes e jovens LGBT;
XI – apoiar e divulgar produção de materiais educativos sobre orientação sexual e identidade de gênero para superação da homofobia.