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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 23/09/2014

Em Feira, SAMU faz 10 anos salvando vidas

2292014084108O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completa 10 anos em Feira de Santana no próximo dia 27, com 294.338 atendimentos realizados e 936.506 trotes recebidos. Durante esse período salvou vidas, esteve presente nas grandes festas públicas – Micareta, Expofeira, São João – e ganhou credibilidade e a confiança da população.
Uma campanha nas ruas, tendo como tema “Comemorar é não deixar a luz da vida se apagar”, com outdoor e distribuição de panfletos vai chamar a atenção das pessoas para importância do serviço, quando deve ser solicitado e, sobretudo, sensibilizá-las para que não passem trote para o número 192.

 

“Os trotes dificultam o trabalho da equipe e impedem que outros chamados urgentes sejam atendidos”, observa a coordenadora do órgão, Maíza Macêdo. “Conscientizar essas pessoas é o nosso maior desafio”, diz. Para isso, ela acredita que é necessária a participação dos diferentes eixos da sociedade: família, escola, igrejas, associações de bairro, entre outros.

 

No dia 17 de outubro a programação contará com a realização de um coquetel no Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, às 20h. São imagens que retratam o trabalho do Samu ao longo desses 10 anos.

 

Um trabalho que, segundo ela, conquistou credibilidade e a confiança das pessoas. “É um serviço essencial à comunidade”, observa. Maiza Macêdo destaca que a frota do SAMU é composta, atualmente, por seis unidades móveis, sendo cinco de suporte básico e uma de suporte avançado (USA). Conta com 23 médicos, 16 enfermeiros e 44 técnicos de enfermagem, além dos profissionais que atuam como condutor, chefe de frota, operador de rádio, Técnico Auxiliares de Regulação Médica (TARM) e nas funções administrativas. Uma equipe de cerca de 170 pessoas.

 

“Temos um serviço especializado, com profissionais capacitados para esse trabalho”, diz. Eles atendem urgência e emergência de qualquer natureza seja clínica, pediátrica, traumática, geriátrica e de causas externas – as principais ocorrências são clínicas, seguida das traumáticas (acidentes com motos). “O trabalho do órgão tem contribuído para melhorar os indicadores de saúde do município e o perfil epidemiológico”, avalia.

 

A coordenadora cita como exemplo a redução do tempo de permanência hospitalar das vítimas socorridas pelo Samu, uma vez que, os primeiros atendimentos são prestados no local onde elas se encontram, além de ter contribuído para a redução das taxas de mortalidade.

 

Secom