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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 19/06/2015

Facebook censura postagens de Feliciano contra Parada Gay e o pastor processará a rede social

facebook-e1434633758803As publicações do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em protesto contra as agressões a símbolos religiosos durante a Parada Gay, no dia 07 de junho, foram censuradas pelo Facebook e apagadas da rede social.

 

Diante disso, Feliciano anunciou que irá processar a empresa por colocar as regras da rede social acima de leis brasileiras, como a Constituição Federal e o Marco Civil da Internet, que preveem a liberdade de expressão e de pensamento.

 

“O Facebook censurou algumas postagens feitas na página oficial do pastor Marco Feliciano?, excluindo publicações sem prévio aviso, bloqueando fotografias e impedindo que as denúncias feitas aqui sejam compartilhadas. Os Padrões de Comunidade do Facebook não são mais importantes que a Constituição brasileira, que garante o direito de livre expressão, também estabelecido pelo Marco Civil da Internet”, escreveu a assessoria do pastor em sua página.

 

Para o staff do líder evangélico, a decisão tomada pelo Facebook desconsiderou também o status de autoridade política de Feliciano, que é deputado federal.

 

“A ação de censura da rede social fere o direito de Liberdade e Livre Manifestação de Pensamento, Liberdade Religiosa e dos estatutos que garantem a manifestação pública de crença e fé. Além disso, as políticas da rede não consideraram a posição de autoridade do parlamentar que essa página representa, desrespeitando o posicionamento político de um deputado federal eleito de forma democrática. Sendo assim, a assessoria do pastor Marco Feliciano comunica que o deputado buscará as autoridades competentes para averiguar a ação da empresa. E entrará com processo contra a empresa”, anunciou.

 

A manifestação do transexual “pregado” a uma cruz, em cima de um trio elétrico durante a Parada Gay tem causado enormes discussões na sociedade. Diversos líderes e pastores se posicionaram de forma crítica à situação, e o caso agora será investigado pelo Ministério Público Federal como “ultraje a símbolos religiosos”.