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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 06/07/2017

Facebook recusa pedido de cristãos para criar botão da cruz e diz que ideia não faz parte dos planos

O Facebook é visto como a rede social mais anticristã da atualidade por suas posturas de oposição aos princípios do cristianismo, sejam eles morais ou de fé. O confronto mais recente envolve o famigerado botão LGBT que os desenvolvedores criaram.

 

Um usuário da rede social criou um post em protesto ao botão LGBT – que usa uma bandeira do arco-íris – e cobrou a criação de um botão de reação com o símbolo da cruz, por considerar que os cristãos foram confrontados em seus princípios.

 

O criador do post, Hikmat Hanna, já teve mais de 20 mil curtidas em sua ideia, além de quase 10 mil compartilhamentos, por conta da adesão do evangelista Joshua Feuerstein. Essa repercussão chamou atenção do portal “progressista” Huffington Post, que entrevistou um porta-voz do Facebook sobre o assunto.

 

A resposta da rede social não fugiu aos padrões que ela vem adotando nos últimos anos, como a aquiescência a piadas pejorativas sobre Jesus Cristo, que contrasta com a intransigência quando se trata de Maomé, por exemplo.

 

“Este botão [com uma cruz] realmente não está disponível aos usuários do Facebook, e não é algo em que estamos trabalhando”, afirmou a nota da rede social, recusando a ideia da iniciativa, apesar de sua pretensão em se tornar um lugar de encontro que substitua o papel que hoje é exercido pelas igrejas.

 

Porém, em resposta à postura do Facebook, muitos usuários cristãos fizeram questão de expressar sua contrariedade com a tentativa de impor uma ideologia em uma ferramenta que, até então, era marcada por reações, sentimentos, como surpresa, irritação, risada, amor e aprovação.

 

“Você não pode enganar a natureza. Deus não pode criar pessoas do mesmo sexo para se apaixonarem umas pelas outras “, comentou uma internauta, no post de Hikmat Hanna.

 

“As pessoas tomaram um símbolo como o arco-íris, que significa beleza e uma ação não-destrutiva, e o transformaram em um símbolo destrutivo, pecador”, protestou outro.

 

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