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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 24/02/2018

Feliciano é cogitado como candidato a vice-presidente na chapa do senador Álvaro Dias

O cenário político brasileiro em 2018 promete muitas surpresas ao eleitorado, e uma das possibilidades mais ousadas é a que sugere a candidatura do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) a vice-presidente na chapa do senador Álvaro Dias (Podemos-PR).

 

O convite para que Feliciano troque o PSC pelo Podemos partiu da presidente da legenda, deputada Renata Abreu (SP), e a mudança está confirmada, embora ainda não tenha sido oficializada na Justiça Eleitoral.

Feliciano está no final de seu segundo mandato como deputado federal e, a princípio, trabalha pela candidatura ao Senado, uma vez que este ano cada estado elegerá dois candidatos para o posto. Em janeiro deste ano, no entanto, o pastor concedeu uma entrevista ao jornal Valor afirmando que só faria tal aposta se houvesse um consenso entre as igrejas do estado.

 

“Meu sonho é o Senado. Mas, se não houver uma boa articulação [entre as igrejas], não vou trocar o certo pelo duvidoso”, pontuou Feliciano na ocasião.

 

Agora, as articulações ganharam um novo patamar, e segundo informações do portal Gazeta do Povo, a direção do Podemos está decidida a convencer Feliciano a aceitar a vaga de vice na chapa de Álvaro Dias, senador paranaense que já passou pelo PSDB e PV.

Uma das principais motivações é o desempenho de Feliciano nas urnas: eleito a primeira vez em 2010, obteve 212 mil votos, e na eleição seguinte, 398 mil, quase duplicando os votos de sua primeira vez.

 

“Por que não?”, questionou o pastor quando foi abordado pela reportagem para falar sobre o assunto. A continuação da resposta, no entanto, pode ser vista de forma evasiva: “Respondi a ela: por que não? Todo mundo quer o apoio de um evangélico, mas é preciso saber escolher”, afirmou.

 

Feliciano tem manifestado, ao longo dos últimos meses, simpatia pela pré-candidatura de Jair Bolsonaro pelo PSL. Na entrevista ao Gazeta do Povo, afirmou que também foi procurado pelo ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTC) para conquistar seu apoio no primeiro turno na tentativa de voltar ao Palácio do Planalto.

 

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