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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 01/03/2018

Feliciano pede união da ala conservadora da sociedade contra a formação de uma bancada LGBT

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) vem se consolidando como uma voz em defesa do conservadorismo, e pediu que os diferentes grupos que fazem a defesa de valores e princípios no país se unam contra a influência da grande mídia na sociedade, evitando assim que uma bancada LGBT se forme no Congresso.

 

“Com o distanciamento cada vez maior dos valores da família, do moral, dos bons costumes, da honestidade, dos princípios e outros valores fundamentais, grupos de comunicação ou formadores de opinião aproveitam essas mazelas para projetarem suas táticas, acredito eu, para elegerem em 2018 nomes para os representarem, como já fizeram antes. Lembram do BBB?”, questionou o pastor, referindo-se ao seu maior adversário político, Jean Wyllys (PSOL-RJ).

 

Segundo Feliciano, é preciso estar atento à movimentação orquestrada pela militância LGBT: “O alerta é para a sociedade conservadora, religiosa, pais e irmãos: atenção, eu posso estar errado, mas sinto que tais grupos, defensores e propagadores da ideologia de gênero, tentarão eleger representates em cada estado desse país. Advinhe para que? Produzir leis para defender a promiscuidade, as cartilhas de ensinamento de sexo explícito para nossas crianças, as cotas nas universidades para transexuais e transgêneros, como já acontece no Ceará”, contextualizou.

 

A possibilidade, na visão do deputado federal – cotado para ser candidato a vice-presidente este ano – de a militância LGBT se organizar com representantes políticos é real.

 

“Corremos um grave risco de, em breve, termos a bancada LGBT, em grandioso número. Você acha mesmo que é mera obra do acaso você ver um homem travestido de mulher, cantando com a cara estampada em latas de refrigerante, ganhando prêmios na TV?”, indagou, fazendo referência ao cantor Pabllo Vittar.

 

“Tudo isso, num boom que os coloca acima de nós, meros mortais. Não se iluda: eles estão sendo alçados a uma categoria superior aos meros mortais nascidos com sexo definido, como alertei em 2013. Eles não querem direitos, querem privilégios, e os conseguiram”, argumentou.

 

“Big Brother já projetou líderes assim. Acorde, Brasil. Alerta! Precisamos estar atentos às estratégias acerca desse governo mundial, da Nova Era, da imposição da ideologia de gênero e mimimis afins. Cuidado, cidadãos. Cuidado família. Cuidado, povo de Deus, para que nós não sejamos influenciados”, concluiu o pastor, em um vídeo publicado em suas mídias sociais.

 

 

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