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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 10/11/2017

Gordo não vai para o céu, sugere Sarah Sheeva: “Crente come muito, é pecado”

Sarah Sheeva voltou a polemizar ao afirmar que “crente gordo” não vai para o céu. Em uma entrevista, a pastora e criadora do “Culto das Princesas” declarou que a obesidade é indício de um pecado capital, a glutonaria, e que a Bíblia alerta que ele leva ao inferno.

 

O contexto da declaração era a necessidade de se preocupar com o corpo para que este, bem cuidado, seja mais uma ferramenta de comunhão com Deus e não uma arma contra a espiritualidade sadia.

 

“As pessoas, quando se convertem, têm uma ilusão e se esquecem que somos imagem e semelhança de Deus. Deus é espírito. Então, somos um espírito humano onde o Espírito Santo vem morar quando batiza; Nós possuímos uma alma, que é a mente; e possuímos um corpo. A carne é o quê? A junção do corpo e da alma. Juntos formam a carne, que milita contra o espírito”, introduziu Sarah Sheeva.

 

A pastora pontuou que é preciso estar atento para não substituir os hábitos de antes da conversão por comilança: “As pessoas que se convertem, nasceram de novo aqui no espírito, e pensam que deixam de ter corpo e alma. Aí eu te pergunto: porque tem tanto crente gordo?”, questionou.

 

“O crente come muito, porque as vontades não mudam. Geralmente as pessoas falam assim: não posso mais ter vida sexual antes de casar, mas desce na comida. O povo larga o sexo, aí engorda 20 quilos. É muito comum isso, aconteceu comigo. Engordei 15”, criticou, admitindo ter agido da mesma forma.

 

“[A obesidade] é pecado grave na Bíblia. É um pecado bíblico que diz que a gente vai pro inferno. A glutonaria leva a gente para o inferno. Tem gente que acha que é um exagero, mas comer com a alma é uma idolatria. Você fazer tudo que você quer”, acrescentou. Assista à entrevista ao programa Clip Gospel, da Rede Gospel:

 

Sarah Sheeva voltou a polemizar ao afirmar que “crente gordo” não vai para o céu. Em uma entrevista, a pastora e criadora do “Culto das Princesas” declarou que a obesidade é indício de um pecado capital, a glutonaria, e que a Bíblia alerta que ele leva ao inferno.

 

O contexto da declaração era a necessidade de se preocupar com o corpo para que este, bem cuidado, seja mais uma ferramenta de comunhão com Deus e não uma arma contra a espiritualidade sadia.

 

“As pessoas, quando se convertem, têm uma ilusão e se esquecem que somos imagem e semelhança de Deus. Deus é espírito. Então, somos um espírito humano onde o Espírito Santo vem morar quando batiza; Nós possuímos uma alma, que é a mente; e possuímos um corpo. A carne é o quê? A junção do corpo e da alma. Juntos formam a carne, que milita contra o espírito”, introduziu Sarah Sheeva.

 

A pastora pontuou que é preciso estar atento para não substituir os hábitos de antes da conversão por comilança: “As pessoas que se convertem, nasceram de novo aqui no espírito, e pensam que deixam de ter corpo e alma. Aí eu te pergunto: porque tem tanto crente gordo?”, questionou.

 

“O crente come muito, porque as vontades não mudam. Geralmente as pessoas falam assim: não posso mais ter vida sexual antes de casar, mas desce na comida. O povo larga o sexo, aí engorda 20 quilos. É muito comum isso, aconteceu comigo. Engordei 15”, criticou, admitindo ter agido da mesma forma.

 

“[A obesidade] é pecado grave na Bíblia. É um pecado bíblico que diz que a gente vai pro inferno. A glutonaria leva a gente para o inferno. Tem gente que acha que é um exagero, mas comer com a alma é uma idolatria. Você fazer tudo que você quer”, acrescentou. Assista à entrevista ao programa Clip Gospel, da Rede Gospel:

 

Ana Paula Valadão

Há cinco anos, a pastora e líder do Diante do Trono entrou um uma polêmica parecida ao dizer que ser gordo é algo que “não combina com a liderança” exercida por pastores e recomendou o jejum às “mulheres cheinhas”, como meio de emagrecer.

 

A mensagem do sermão era a necessidade de mulheres saírem de sua “zona de conforto” e praticarem o que ela chamou de “exercícios espirituais”, como oração, estudo das Escrituras e jejum.

 

Durante a pregação, Ana Paula fez paralelos entre a vida espiritual e a vida de um atleta, e chegou a utilizar termos como “No Pain No Gain”, usado em academias para dizer que sem dores não há ganhos.

 

Ao tratar especificamente de jejum, a pastora recomendou a prática como estratégia para emagrecer, e defendeu que a gordura “não combina com a liderança”, pedindo o fim dos “pastores barrigudos”.

 

“Cadê o jejum? Te garanto que você vai ter muitos benefícios com o jejum. […] Às vezes a pessoa tem uma enfermidade, mas às vezes a gente encontra umas irmãs cheinhas, e fala assim: ‘Gente, vamos fazer um jejum, vamos’? Não consigo entender quando não é uma enfermidade, aquele pastor gordo, barrigudo. Gente, não combina com uma liderança. Não preciso falar muita coisa”, afirmou Ana Paula Valadão.

 

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