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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 22/08/2014

Governo esclarece nota da APLB sobre saneamento em escolas

2082014201047A secretária de Educação de Feira de Santana, Jayana Ribeiro, está esclarecendo, à APLB, sobre a situação de três escolas da rede municipal que enfrenta problemas de saneamento, quadro que preocupa a entidade de classe dos professores e também ao Governo.

 
O diretor do Departamento de Engenharia da Prefeitura de Feira de Santana, José Braga Neto, visitou nesta quarta-feira, 20, a Escola Célida Soares, no bairro Rua Nova. Detectou que o problema de saneamento nesta unidade de ensino é provocado pela ausência de esgotamento sanitário em algumas ruas próximas. A caixa de esgoto da escola transborda, justamente, por receber canalização direta e indevida.

 

O prefeito José Ronaldo afirma que vai manter contato com a Embasa sobre o assunto. “Infelizmente, embora essas ruas estejam a cerca de apenas 200 metros da sede da Embasa, nesta cidade, a companhia não realizou obras de esgotamento nesses locais”.

 

“A Prefeitura Municipal fará, nesta quinta-feira, mais uma notificação à Embasa, solicitando medidas urgentes para instalação da rede de esgotamento dessas ruas, o que solucionaria não apenas o problema da escola, mas de toda a comunidade”, disse ele. Enquanto a empresa não fizer a parte dela, a Prefeitura continuará realizando ações emergenciais para minimizar o problema.

 

O quadro da Escola José Martins Rios, que é localizada na mesma região e é afetada da mesma forma, também tem como motivo a falta de esgotamento sanitário e, igualmente, será alvo de nova notificação do Município à empresa estadual responsável.

 
Quanto a Escola Luciano Ribeiro, localizada no bairro Lagoa do Subaé, esta unidade se encontra em uma área de intensa umidade, de acordo com a secretária. O Governo alugou um imóvel na região para funcionar provisoriamente a unidade, e a transferência de alunos deve acontecer nos próximos dias. O prédio da escola vai passar por uma grande reforma. Está faltando apenas a finalização do projeto. “É importante frisar que uma reforma foi feita ali em dezembro de 2012, ainda no governo passado, o que, pelo visto, não solucionou o problema”, observa Jayana.

 

 

Secom