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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 22/12/2016

Governo Federal quer baixar juros do cartão de crédito em 2017

governo-federal-quer-baixar-juros-do-cartao-de-credito-em-2017O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) que o governo quer baixar os juros do cartão de crédito a partir do primeiro trimestre de 2017.

 

“Anunciamos que haveria uma redução dos juros do cartão de crédito. E, de fato, os últimos estudos revelam que no primeiro trimestre deste ano haverá uma redução de mais da metade dos juros cobrados do cartão de crédito”, afirmou o presidente durante evento no qual anunciou também a liberação do saque do FTGS para contas inativas até dezembro de 2015.

 

Para baixar os juros do cartão de crédito , segundo o presidente, a ideia é limitar o prazo para o pagamento do rotativo (que é quando é feito o pagamento do valor mínimo da dívida, com o parcelamento do restante) para até 30 dias. Hoje, esse prazo é mais longo, segundo o Ministério da Fazenda. Com isso, o governo espera que os juros do parcelamento caiam pela metade já nos primeiros meses do ano que vem.

 

Além disso, o governo pretende também que os juros para o restante da dívida, após o pagamento do rotativo, sejam menores que a metade do que se pratica atualmente. Em novembro, os juros do cartão de crédito rotativo foram de 475,8% ao ano.

 

“A hipótese do juro do cartão, que é aquela coisa dos 30 dias, que é o chamado rotativo, onde haverá esta redução de mais da metade do que hoje se cobra. Em segundo lugar, 30 dias após, haverá um parcelamento daqueles que não pagaram, e esse parcelamento ainda receberá juros inferiores, menos da metade, digamos, do chamado rotativo”, afirmou o presidente.

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que estava ao lado de Temer no anúncio das medidas, afirmou que a queda nos juros do cartão faz parte de uma reforma microeconômica para reaquecer a economia.

 

“Faz parte de toda a série de reformas microeconômicas. É um quadro em que temos de enfrentar a macroeconomia, que está sendo feito, e ao mesmo tempo fazer reformas microeconômicas que elevem a taxa de crescimento”, disse o ministro.

 

As informações são do Correio.