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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 14/12/2017

Jornalista da Globo afirma que fé dos cristãos na volta de Jesus Cristo é “maluquice”

O senso comum entre os defensores do politicamente incorreto é que Israel é um país opressor e que o gesto de Donald Trump ao reconhecer Jerusalém como capital do país foi um ato de tirania contra os palestinos, mesmo que isso seja incoerente com a história registrada dos últimos milênios.

 

Durante o programa Em Pauta, da Globo News, o jornalista Jorge Pontual deixou transparecer o que pensa sobre os cristãos que creem na segunda vinda de Jesus. Ele e os colegas debatiam as possíveis consequências da decisão de Trump a respeito de Jerusalém quando se referiu à fé cristão como “maluquice”.

 

“Há profecias de que Israel, recuperando Jerusalém, vai reconstruir o Templo de Salomão, e isso é a condição necessária para a volta de Jesus Cristo e para o fim dos tempos. Ou seja, é uma visão apocalíptica, eles estão caminhando para o Apocalipse, achando que eles – esses cristãos mais fundamentalistas – vão ser salvos, enquanto nós, que não somos assim, tão radicais, vamos ficar para trás. É uma maluquice”, afirmou.

 

A expressão facial do jornalista imediatamente após fazer tal afirmação é a de quem se deu conta de que falou demais, e tenta desviar o foco: “É uma crença religiosa, é uma questão teológica, só que está alimentando a política externa americana”, contemporizou.

 

Na sequência, ele volta a criticar a iniciativa do presidente norte-americano: “É uma decisão que o Trump tomou completamente absurda, porque ele entregou de bandeja para os israelenses uma coisa que os Estados Unidos seguravam há 70 anos, que era o status final de Jerusalém, como uma arma de negociação para forçar os israelenses a ceder alguma coisa. Ele entregou de bandeja”, disse.

 

“Está todo mundo, aqui nos Estados Unidos, muito preocupado com o que vai acontecer. Pode ser que não haja mais violência…”, concluiu, sem aprofundar seus comentários a respeito da importância de tais profecias para judeus e cristãos, uma postura oposta ao que se adota quando se falam das mesquitas islâmicas em Jerusalém, sempre ressaltadas como o terceiro lugar mais sagrado da religião.

 

 

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