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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 30/11/2014

Jovens cristãos entram em conflito com sua fé quando confrontados pela sexualidade, dizem pesquisadores

os-5-tipos-mais-comuns-de-briga-entre-casais-e-como-evita-las Os jovens cristãos vivem um paradoxo na tentativa de conciliar os ensinamentos sobre sexo que recebem nas igrejas e a realidade encontrada em seus relacionamentos e círculos de amigos. A tese é defendida professora de estudos religiosos e pesquisas, doutora Teresa Delgado.

 

Segundo Teresa, há uma mudança de atitude de alguns cristãos sobre questões relacionadas à sexualidade humana, e principalmente à doutrina de que o sexo só deve ser praticado dentro de um casamento heterossexual.

 

Um estudo realizado no ano passado constatou que os jovens da geração Y, que têm entre 18 e 30 anos, são propensos a desconsiderar a doutrina recebida nas igrejas sobre o tema.

 

De acordo com o Christian Post, muitos adultos que se identificam como cristãos têm adotado uma postura mais liberal em relação ao sexo antes do casamento, o que levanta questões sobre como as igrejas devem enfrentar a situação.

 

A própria Teresa Delgado afirma que durante os nove anos em que leciona Teologia e Ética como professora associada do departamento de Estudos Religiosos da Universidade de Iona, nos Estados Unidos, tem ouvido relatos de alunos sobre sentimentos conflitantes quando o sexo e a fé se encontram.

 

O instituto cristão Pew Research Center apresentou um relatório de um levantamento que aponta para um aumento de norte-americanos sem religião, e frisou que esse grupo é basicamente formado por “adultos mais jovens, políticos liberais e pessoas que tomam posições liberais sobre o casamento do mesmo sexo”.

 

O Instituto Público de Pesquisa da Religião (PRRI, em inglês) constatou durante uma pesquisa que os jovens da Geração Y tendem a ser mais tolerantes sobre o assunto da homossexualidade e o casamento gay.

 

O PRRI destacou que há uma tendência notada a partir da pesquisa que os jovens deixem a religião aprendida na infância. “Quase um terço dos que abandonaram sua religião de infância, dizem que os ensinamentos ou tratamentos desfavoráveis a gays e lésbicas desempenharam um papel importante nessa decisão”, afirmou Robert P. Jones, presidente do PRRI.

 

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