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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 10/12/2014

Juiza lésbica decide contra capelão da Marinha que foi demitido por “orar em nome de Jesus”

juíza-lésbicaUma juíza federal assumidamente lésbica, cuja nomeação foi contestada por dezenas de senadores dos EUA, decidiu contra um ex-capelão cristão da Marinha Americana que alega que seus superiores o haviam retirado de serviço porque ele não era “ecumênico”.

 

A decisão já juíza Elaine Kaplan, do Tribunal de Ações Federais dos EUA, rejeitou as alegações do ex-capelão Gordon Klingenschmitt, que recentemente foi eleito para a Câmara dos Deputados Colorado. Ele afirma ter sido punido porque rotineiramente fazia orações “em nome de Jesus”, como parte de seu trabalho como capelão.

 

Ao comentar sobre o caso, Klingenschmitt afirmou que provavelmente irá recorrer da decisão e criticou a postura adotada pela juíza.

 

– Tem alguém surpreso de que uma nova nomeada de Obama, e juíza liberal, determinou que um capelão da Marinha pode ser legalmente punido por seus sermões, punidos por ter escrito ao Congresso, e punido por orar em nome de Jesus usando meu uniforme militar? – questionou o ex-capelão.

 

– Embora tenha admitido em sua decisão que o governo realmente puniu a mim, um capelão da Marinha, por citar a Bíblia na capela, o que seria protegido pela Primeira Emenda, mas esta juíza se recusou a corrigir o óbvio abuso de poder da Marinha – completou.

 

Recentemente, Klingenschmitt escreveu um livro chamado “The Demons of Barack H. Obama: How the Gift of Discerning of Spirits Reveals Unseen Forces Influencing American Politics” (“Os demônios de Barack Obama: como o dom de discernimento de espíritos revela forças invisíveis que influenciam a política americana”, em tradução livre). Ele acredita que a publicação influenciou na sua punição.

 

– Finalmente, ela reconheceu que fui punido por ter escrito sobre o presidente. Mas, mais uma vez, afirmou que ela não tem competência para fazer cumprir as leis de denúncia. Meu advogado e eu pretendemos apelar imediatamente dessa má decisão e, novamente, mais tarde, se necessário, iremos até a Suprema Corte – afirmou.

 

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