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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 19/11/2016

Lei para combater perseguição religiosa na China é proposta por senador cristão

e O ex-candidato presidencial republicano Marco Rubio introduziu uma nova legislação que puniria as autoridades chinesas que sequestraram cinco vendendores de livros de Hong Kong em 2015, enquanto as liberdades básicas continuam a ser suprimidas no país.

 

De acordo com o jornal ‘The Guardian’, a ‘Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong’ foi introduzida pelos senadores Tom Cotton, do Arkansas e Marco Rubio, da Flórida, na última quarta-feira (16).

 

A legislação exige que o presidente dos Estados Unidos identifique os “responsáveis ??pela vigilância, sequestro, detenção ou confissões forçadas de alguns vendedores de livros e jornalistas em Hong Kong”.

 

A fonte observa que no ano passado, cinco livrarias com sede em Hong Kong que vendiam publicações com críticas à liderança chinesa foram detidas pelas autoridades do Partido Comunista no país e mantidas incomunicáveis ??por meses, com dois sequestrados sendo da Tailândia da Tailândia e de Hong Kong.

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De acordo com o jornal ‘International Business Times’, um dos vendedores de livros de Hong Kong que desapareceu de repente apareceu na TV estatal chinesa em janeiro, confessando aos prantos, que estava fugindo da justiça, depois de atropelar e matar um estudante.

 

A legislação, que ainda não foi promulgada, também diz que o governo congelaria as atividades chinesas no EUA e negaria a entrada de chineses no país. O projeto de lei também exigiria que o Secretário de Estado norte-americano emitisse um relatório anual sobre Hong Kong em meio à contínua agressão da liderança aos direitos humanos.

 

“O ataque da China às instituições democráticas e aos direitos humanos é de relevância central para o povo de Hong Kong e para seu status de mercado livre, potência econômica e centro para o comércio e investimento internacionais”, disse Rubio, que é co-presidente da Comissão Executiva sobre a China no Congresso.

 

Se aprovada, a legislação “renovaria o compromisso histórico dos Estados Unidos com a liberdade e a democracia em Hong Kong, numa época em que sua autonomia está cada vez mais sob ataque”, de acordo com uma declaração.

 

Inspiração

 

O jornal Quartz informou que a legislação veio depois de ativista da democracia de Hong Kong, Joshua Wong visitou a Colina do Capitólio, em Washington DC, onde ele pediu ao presidente eleito Donald Trump para “apoiar plenamente os direitos humanos em Hong Kong”.

 

Wong é um ativista cristão de 20 anos e um dos mais proeminentes líderes estudantis do Movimento pró-democracia ‘Umbrella’, de 2014, que protestou contra a decisão de um comitê de autoridades chinesas, que não cumpriu promessas anteriores de sufrágio universal.

 

“A importância desta legislação voltou a me impressionar hoje depois que me encontrei com o ativista pró-democracia, Joshua Wong, que se tornou o representante do Movimento Umbrella para muitos ao final de 2014”, disse Rubio. “Joshua é um jovem impressionante e pensativo, que juntamente com seus companheiros ativistas, representa o futuro de Hong Kong – um futuro que não deve seguir o caminho do falido autoritarismo de Pequim e do governo de um só partido [Comunista]”.

 

“É fundamental nos dias que se próximos às aspirações democráticas do povo de Hong Kong exista um interesse vital dos EUA e uma prioridade de política externa. A Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong reafirma o apoio dos Estados Unidos ao povo chinês, busca combater os esforços de Pequim para minar as instituições democráticas”, acrescentou Rubio.

 

De acordo com o Quartz, Wong escreveu no Facebook que Rubio – um ‘cubano-americano’ – “encorajou os cidadãos de Hong Kong a não recuar diante do regime comunista”.

 

GUIAME