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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 08/07/2014

Marcha para Jesus: Falta de transporte atrapalhou o retorno de fiéis, diz vereador Edvaldo Lima

10458153_250785148446591_2326014586023556420_nRealizada na última terça-feira (02), a Marcha para Jesus ainda vem gerando repercussão em Feira de Santana. Um evento que é realizado desde o ano de 1983, reúne todos os anos à comunidade evangélica e simpatizantes para um momento de louvor e adoração a Jesus.

 

Em sua 21º edição, a Marcha para Jesus tinha tudo para ser um sucesso, se não fosse alguns contratempos. À volta para casa foi algo que despertou a atenção do vereador Edvaldo Lima (PP), que destacou uma falha muito importante, á diminuição da frota de ônibus. Com a frota reduzida os usuários do transporte coletivo, que estavam no evento, sofreram para retornar as suas casas, principalmente quem morava nos distritos. O vereador destacou também, que além da frota reduzidas, ônibus sempre se encontravam quebrados em vários cantos da cidade.

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Um evento que no ano passado atraiu em torno de 50 mil pessoas. É um absurdo as empresas de ônibus não se programarem, para dá à devida assistência a população usuária do serviço. Ficando claro o ato de desrespeito, ao não liberar mais ônibus aos cidadãos evangélicos.

 

Um evento que no ano passado atraiu em torno de 50 mil pessoas. É um absurdo as empresas de ônibus não se programarem, para dá à devida assistência a população usuária do serviço. Ficando claro o ato de desrespeito, ao não liberar mais ônibus aos cidadãos evangélicos.

 

Lima enfatizou que os usuários do sistema do transporte coletivo urbano estão ansiosos por melhorias, uma vez que o setor é alvo de várias reclamações no município. Edvaldo também ressaltou o atraso do cantor Talles Roberto, que um gerou desconforto aos apreciadores da festa.

 

Previsto para encerrar às 22h, o evento só teve fim às 23h15min, devido à atração está em outra festa no município de Catú.

 

Em entrevista a uma rádio local, o edil pontuou que o levita deveria ter cantado primeiro em Feira. Ele também ressaltou que o fato deveria ser passivo de uma multa contratual, em razão dos desgastes e contratempo causados a organização do evento.

 

Assessoria- Thamires Morais.