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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 20/02/2018

Motorista sem habilitação invade sinal, ameaça agentes de morte e é detido

Abordado por ter invadido, no sinal vermelho, o cruzamento da rua Barão de Cotegipe com a avenida Sampaio, no centro da cidade, um homem ameaçou de morte dois agentes da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), na noite de sábado. Raphael Moura Lopes dos Santos, residente no bairro Ponto Central, nesta cidade, foi detido e levado a Central de Flagrantes da Polícia Civil, por policiais militares.

 

Dirigindo o veículo Fiesta, placa JQK-4000, ele evadiu-se do local, após cometer a infração. A equipe da SMT acionou a sirene de sua viatura e seguiu o automóvel, com o objetivo de que o homem parasse.

 

Raphael só resolveu estacionar na altura do cruzamento da rua Barão do Rio Branco com a avenida Presidente Dutra. Ele desceu do veículo e nesse momento teria feito a ameaça de “encher de bala os agentes”, caso “a multa chegasse”, conforme relatado em Boletim de Ocorrência na delegacia. Entrou no carro e seguiu. A partir daí, os agentes acionaram a PM, através do 190, e continuaram acompanhando o Fiesta. A Polícia Militar, através dos soldados Etevaldo Barbosa da Silva e Nilton Américo de Sena Neto, conseguiu interceptar o veículo, na avenida Maria Quitéria, imediações onde ficam algumas farmácias.

 

Os agentes, então, finalmente puderam fazer o seu trabalho. Apurou-se a procedência do automóvel, descobrindo que estava sem licenciamento, e que o condutor não possuía a Carteira Nacional de Habilitação. O veículo foi guinchado e encaminhado para o local onde ficam por irregularidade na documentação.

 

O superintendente municipal de Trânsito, Maurício Carvalho, que é advogado, diz que o motorista deverá responder pela ameaça de morte feita aos agentes. “A SMT e a Procuradoria Geral do Município vão acompanhar. Temos o dever de proteger ao servidor público que, no exercício de sua profissão, aborda um condutor que invade o sinal vermelho, causando sério risco de acidentes e ainda se acha no direito de ameaça-lo”, afirma.

 
Secom