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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 27/11/2014

Movimento quer mil pastores dispostos a concorrer a cargos políticos

xcasa-branca-299x200.jpg.pagespeed.ic.OHTavz3Dd_O pastor David Lane, importante líder evangélico, está criando um movimento para encontrar pelo menos 1000 pastores que desejem concorrer a um cargo político. Ele insiste que essa é a única forma de “salvar” os Estados Unidos.

 

Em entrevista ao Washington Post ele justifica: “O governo não vai salvar nosso país. Wall Street não vai salvar nosso país. O Partido Republicano não vai salvar nosso país. Se nosso país vai ser salvo… isso será feito por homens e mulheres cristãos restaurando a cultura judaico-cristã do país”.

 

Seu raciocínio é que nas próximas eleições, em 2016, se mil pastores decidirem concorrer, eles poderão mobilizar em média 300 voluntários. Logo, serão pelo menos 300.000 pessoas envolvidos no projeto.

 

“A Constituição diz que o Estado deve se manter fora da igreja, não diz que a Igreja deve se manter fora do Estado… É apenas uma questão de decidir que valores irão dominar. Estamos cansados de ver a minoria impor seus valores. Isso é parte de uma batalha espiritual. Se vamos sobreviver como nação, precisamos de uma ressurreição espiritual”, assegura Lane.
Para o pastor, mais cristãos deveriam mostrar interesse pela política. “Temos a responsabilidade cristã de envolver as pessoas e pedir votos”, enfatiza.

 

Com o nome de Projeto Renovação, Lane planeja reunir milhares de pastores em 23 de janeiro, numa conferência em Baton Rouge, Louisiana, para debater o assunto. “Temos milhões de cristãos evangélicos nessa nação, vamos trazê-los para a esfera pública. Os cristãos precisam se envolver com a sociedade. É isso que estamos chamados a fazer”, finaliza.

 

Após as eleições de 4 de novembro, os EUA estão vendo os conservadores recuperar espaço no Congresso e nos Estados. A corrida presidencial de 2016 pode ter candidatos declaradamente evangélicos, como é costume. O governo Obama vem perdendo popularidade e sendo muito criticado por suas posições consideradas demasiadamente liberais, como a legalização do casamento gay.

 

Com informaçõesChristian Today