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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 02/02/2015

Obra da nova escola da Queimadinha segue em ritmo acelerado

3012015162904Para construir o novo prédio da Escola Municipal Celso Ribeiro Daltro, no bairro Queimadinha, o Governo Municipal já utilizou quase mil caçambas para aterrar o solo, pondo fim ao problema de alagamento. As intervenções são necessárias para garantir a qualidade das obras e oferecer uma estrutura moderna, de qualidade e segura para a comunidade escolar.
Os cálculos são do secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro, ao avaliar a dimensão das obras e o volume de investimentos promovidos pelo Governo Municipal para oferecer educação pública de qualidade para quem mais precisa.

 

O vai-e-vem frenético de caçambas, rolos compactadores, retroescavadeiras e carros-pipa reflete o ritmo das obras. Em cada caçamba, 10 mil kg de areia, ou seja, um total de 10 mil toneladas de material depositados para preparar o solo e acabar com um antigo charco no local, visando a construção do moderno prédio escolar.

 

Além do aterramento, em um terreno de cinco mil metros quadrados, também já foi construída alvenaria de contensão em pedra bruta, com profundidade média entre 1,70m a 1,80m, e o muro no entorno do terreno, onde funcionará a escola e uma quadra poliesportiva coberta para a prática de esportes pelos alunos.

 

Onde funcionava a antiga escola, com instalações modestas, características do período em que foi construída, dará lugar a um prédio moderno, com 10 salas de aula amplas, biblioteca, sala de informática, quadra poliesportiva coberta, secretaria, diretoria e sala do professor, além de refeitório e baterias de sanitários.

 

As obras estão sendo executadas pela Construtora Vasco Marinho, vencedora de licitação pública promovida pela Prefeitura de Feira de Santana. Deverão ser concluídas dentro de 180 dias.

 

O engenheiro civil residente da construtora, Thiago Figueiredo Vasco Marinho, explica que as obras foram iniciadas pela empresa em agosto do ano passado. Antes, outra, que havia ganhado a licitação, deu início com a demolição do antigo prédio, mas terminou com o serviço cancelado por descumprimento de contrato.

 

A previsão do engenheiro Thiago Figueiredo é de conclusão do aterramento do terreno em mais uma semana. Após término desta etapa, a construtora dá início ao gabarito da obra, com a marcação do solo, locação de sapatas e dar início ao cravamento de estacas.

 

O diretor da empresa, Aldo Vasco Marinho, observa que a norma técnica 6122, que trata sobre fundação, determina que fundação rasa é realizada entre 2,5 a 3 metros. “A sondagem do solo comprovou o material consistente em 3,5 a 6 metros de profundidade, o que exige a utilização da fundação profunda”, explica, ao salientar que o cálculo estrutural da construtora está prevendo uma carga para atender ao projeto original.