Destaques

Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/03/2016

Pacientes elogiam tratamento com acupuntura contra as dores provocadas pela chikungunya

1

Elas sentam-se lado a lado e as agulhas aplicadas nas mãos, pernas e braços indicam que todas fazem o mesmo tratamento. Mulheres de todas as idades que sentem os efeitos da chikungunya no organismo, pernas inchadas, dores fortes nas articulações, principalmente, se submetem ao tratamento da acupuntura, a milenar técnica chinesa e colhem bons resultados da sua aplicação.

 
O acompanhamento com infectologista, fisoioterapeuta, reumatologista, acupunturista. Os tratamentos oferecidos pela Secretaria de Saúde de Feira de Santana às pessoas que pegaram chikungunia foi o tema de uma reportagem que será mostrada no programa “Bem Estar”, exibido às manhãs pela Rede Globo.

 
A doença é uma das três transmitidas pelo mosquito aedes aegypti – as outras são a dengue e o vírus zika. As gravações foram realizadas na manhã desta quarta-feira, 16, e teve como foco a acupuntura. Cerca de 40 pacientes buscaram – e dizem que encontraram alívio na acupuntura. A sessão é coletiva e as aplicações são semanais.

 
A dona de casa Eletildes Araújo Teles disse que as dores diminuíram bastante depois que começou a frequentar o consultório da acupunturista Anabi Xinguara. “A situação melhorou muito”. Ela já participou de cinco sessões, metade da quantidade indicada no tratamento. “Os efeitos bons são sentidos pouco depois de iniciada a sessão”.

 
O tratamento com as agulhinhas, disse a dona de casa Lourdes Santana Silva, permitiu que voltasse a andar sem enfrentar problemas. “Teve um período que tinha que andar de quatro porque não aguentava de tanta dor. Depois que iniciei as coisas melhoraram muito. Este tratamento é uma bênção”.

 
A médica Anabi Xinguara disse que os pacientes começam a sentir os efeitos positivos do tratamento a partir da terceira ou quarta sessões. Afirmou ainda para participar deste tipo de tratamento o paciente passa por uma triagem e que o tratamento demora três meses.

 
Secom