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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 04/07/2018

Pastor defende que a igreja deve se “libertar” do Antigo Testamento em prol dos “gentios”

Completando mais uma etapa da série de pregações que tem como objetivo rever questões da modernidade associadas à prática cristã, o pastor Andy Stanley, da igreja North Point Community Church, nos Estados Unidos, abortou como os cristãos atuais devem se relacionar com o Antigo Testamento, causando certa polêmica entre os ouvintes.

 

Apenas na igreja de Stanley congregam cerca de 8 mil membros. Além disso, ele é autor de vários livros, alguns já traduzidos para língua portuguesa. Suas declarações, portanto, causam repercussão em várias partes do mundo, fazendo com que a sua visão sobre o Antigo Testamento se tornasse mais evidente.

 

O Antigo Testamento e os discípulos de Cristo

 

Para Stanley, o Antigo Testamento sem dúvida foi inspirado por Deus. Todavia, ele reconhece que após a primeira vinda de Cristo, a ênfase doutrinária mudou, citando o capítulo 15 do livro de Atos como um dos seus fundamentos:

 

“Os líderes da Igreja [do primeiro século] desassociaram a igreja da visão de mundo, do sistema de valores e dos regulamentos das escrituras judaicas. Pedro, Tiago e Paulo chamavam os eleitos para desatrelar a fé cristã de suas tradições e nós também deveríamos”, disse ele.

 

Stanley argumenta que a ressurreição de Jesus Cristo estabeleceu um novo pacto, o qual independe do Antigo Testamento: “Na nova aliança de Jesus, Sua aliança com as nações, o seu pacto com a gente, depende de sua ressurreição e não precisa ser sustentada pelas Escrituras judaicas”, acrescenta o pastor.

 
“A Bíblia não criou o cristianismo, ele é resultado da ressurreição de Jesus. Todo o argumento de defesa do Antigo Testamento pode desmoronar diante dessa questão”, destaca, reconhecendo que sua posição pode ser “um pouco perturbadora” para algumas pessoas.

 

Entretanto, Andy Stanley explica que o objetivo da sua explicação é “libertar” pessoas do que não são mais preceitos doutrinários no Novo Testamento, mas sim do judaísmo.

 

“É libertador para as pessoas que precisam entender a graça, que precisam compreender o perdão. É libertador para as pessoas que acham que é praticamente impossível adotar a visão de mundo e o sistema de valores representados na história do antigo Israel”, explica, segundo informações do Christian Post.

 

 

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