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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 23/01/2018

Pastor Marco Feliciano denuncia a nova campanha da Globo

O deputado Marco Feliciano publicou um novo vídeo em suas redes sociais criticando a nova campanha da Globo para as eleições 2018. A ação da emissora solicita aos internautas que enviei um vídeo bonito de no máximo 15 segundos dizendo “que Brasil você quer para o futuro”. Feliciano é fialiado ao PSC, partido de oposição ao governo que irá novamente tentar eleger um novo presidente vindo da sigla ou aliado a ela.

 

O que mais incomodou ao deputado foram os vídeos tutoriais feitos por profissionais da Globo que dão dicas de pessoas, lugares e formas de fazer o vídeo ficar bonito para ser exibido da tela. Para Feliciano quem participa nos moldes propostos pela emissora é vaidoso, pois a campanha em si é um “chamamento à vaidade”.

O Pastor Marco Feliciano lançou uma contra-campanha contra a #GloboLixo, como o próprio se refere a emissora. Conclamou um contra-ataque dos internautas com o título “o país que eu não quero”, solicitando aos seus seguidores que “façam muitos vídeos com o real cenário que temos no momento no Brasil”. Na lista das mazelas do nosso país listadas por Feliciano que deveriam aparecer nos vídeos enviados a Globo estão “as imagens dos hospitais falindo, suas filas e todas as mazelas que não deveriam existir, inclusive a de desempregados; mostrem o sucateamento da nossa polícia, da sua frota, dos seus equipamentos e armamentos; a decadência do ensino e o abandona das escolas; mostrem as imagens dos arrastões, dos assaltos, de toda a falta de segurança que temos; mostrem as avenidas e ruas esburacadas, viadutos sem manutenção, ruas sem asfalto e sem iluminação; áreas alagadas, áreas em total abandono, esgoto a céu aberto, mendigos que povoam as ruas, as cracolândias; preços exorbitantes, invasões de terra, enfim, tudo que estamos vivendo de verdade”.

 

Feliciano também criticou os servidores públicos em prefeituras e demais órgãos públicos, afirmando que prestam um mal atendimento e “deveriam se lembrar que nós é que pagamos o seu salário (…) pois o mínimo que eles podem oferecer é educação no trato com as pessoas”.

 
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