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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 02/03/2018

Pastor Silas Malafaia detona STF por liberar mudança de nome e gênero sem cirurgia

Pastor Silas Malafaia divulgou um vídeo alertando que vai dar sua posição sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu nesta quinta-feira, 01, que transexuais e transgêneros têm o direito de alterar o nome social e o gênero no registro civil, mesmo que não tenham sido submetidos a cirurgia de mudança de sexo ou tratamento hormonal. O pastor vai falar sobre “Os transgêneros e o direito das mulheres”.

“Eu não estou aqui para impedir ninguém, o que a pessoa quer fazer com sexo, a minha questao não é essa, ela é ideológica. Eles querem impor aos outros a sua cultura”.

 

Pastor Silas mostrou que a facilitação dada pelo Supremo é um erro grotesco: “quer dizer que a minoria afronta maioria?”, questionou.

“Isso é a desgraça da civilização humana”, disparou.

 

Malafaia destacou a fala de um dos ministros que disse que a sexualidade é algo inado. “Que pressuposto científico, senhor Ministro? que balela é essa? inato é sexo masculino e feminino!”

 

Um dos maiores defensores dos valores conservadores do país, Malafaia tem representatividade para falar por milhões de evangélicos e sua posição pode causar sim constrangimento aos ministros do STF.
Decisão do STF

 

Para fazer a mudança, a pessoa precisa apenas ir ao cartório e declarar seu novo nome. Ou seja, não será preciso entrar na justiça para pedir a alteração. A regra vale para transexuais de todo o país.

 

— Esse é um julgamento que marca mais um passo na caminhada pela ativação do princípio da igualdade no sentido do não preconceito. Continua havendo intolerância, discriminação, preconceito e todas as formas de manifestação, expressa ou velada — comemorou a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia.

A decisão foi tomada por dez votos a zero. Apenas o ministro Dias Toffoli não participou do julgamento, porque estava impedido. O relator, ministro Marco Aurélio Mello, propôs que fossem fixados critérios para a pessoa solicitar a mudança do prenome — entre eles, diagnóstico médico e idade mínima de 21 anos.

 

 

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