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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/06/2014

Portal do Sertão constrói tecnologias sociais no Brasil após o Marco Legal

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O Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável do Território Portal do Sertão é destaque no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (MDS) ao contratar e executar as primeiras tecnologias sociais do Programa 2ª Água, após a regulamentação do Marco Legal. Os municípios de Tanquinho, Santa Bárbara e Ipecaetá foram as primeiras localidades a receber as tecnologias sociais.

 

São cerca de 52 mil tecnologias de 2ª Água no Brasil com contratação no período 2013/2014. Dessas, 1.300 foram destinadas ao Consórcio Portal do Sertão, que tem na composição 14 municípios. Dentre os executores do Programa estão Secretarias Estaduais do Nordeste, entidades ligadas a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA) e outros Consórcios Públicos.

 

Tanquinho foi o primeiro município a ter a cisterna construída e por isso recebeu a placa número 1 do MDS. Para o prefeito Flamarion Ramos (PT), esse destaque deve-se ao trabalho dos técnicos do Portal do Sertão e da entidade executora, a FATRES, que se empenharam em agilizar todo o processo de execução do Projeto. “Das 52 mil tecnologias, 1.300 no Portal do Sertão, e nos honra muito o fato de que das 93 tecnologias no município de Tanquinho nós termos saído na frente de tudo, e sermos o município com a primeira tecnologia finalizada no Brasil”, disse.

 

Flamarion parabeniza o trabalho do Consórcio. “O Portal está de parabéns. Toda a equipe, todos os técnicos de campo e a parte administrativa por dar todo suporte ao município, levando Tanquinho a ser o primeiro a finalizar a tecnologia e receber a placa número 001 do MDS no Brasil”, destacou.

 

Ação que faz a diferença

 

De acordo com o Presidente do Consórcio Portal do Sertão e prefeito de Amélia Rodrigues, Antônio Paim Cardoso (PT), a implantação das tecnologias que objetivam a captação da água para dar melhores condições de convivência com a seca aos brasileiros é uma ação que vem fazendo a diferença no país.

 

“Essa ação está sendo intensificada, porque com as cisternas, a água da chuva é captada para a produção garantindo assim melhor qualidade de vida às famílias que, antes, não tinham acesso à água para plantação. As cisternas são tecnologias que utilizam a força de trabalho da comunidade, que mobiliza e dinamiza a economia local. Já concluímos cerca de 100 tecnologias com previsão de 1.300 até o final do ano”, disse.