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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 05/05/2018

Preso, Lula estaria farto dos programas evangélicos na TV, diz jornalista

A vida do ex-presidente Lula (PT), preso por corrupção e lavagem de dinheiro, parece estar sendo de provação aguda. Preso por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista não tem acesso a bebidas alcoólicas – uma de suas paixões – e só pode assistir TV aberta. Assim, ele teria dito aos advogados e carcereiros que está farto dos programas evangélicos.

 

O contexto da queixa de Lula é que, na Superintendência da Polícia Federal, ele só tem acesso à programação da TV aberta, o que faz a variedade ser bastante reduzida. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, especializada em bastidores da política e economia, o ex-presidente estaria sem paciência depois de tanto ouvir pregações e testemunhos.
“O ex-presidente tem reclamado da programação da TV aberta, a única a que tem acesso na sala em que está preso. Ele diz que não aguenta mais ver tanto programa religioso na tela. Lula afirma também que se recusa a ver telejornais”, informou Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo.

 

Evangélicos na TV
Quando era presidente, Lula articulou um projeto de controle sobre a mídia, que faria a regulação do conteúdo veiculado nos diferentes meios, como TV, rádio, jornais e revistas, além da internet. A iniciativa, que expôs uma faceta autoritária do ídolo da esquerda, não foi adiante à época.

 

Depois da experiência de estar preso, privado de seu vício e limitado ao conteúdo das TVs abertas, é provável que – caso volte ao poder – reacenda seu desejo pelo controle de mídia, já que essa é uma ambição compartilhada por toda esquerda. Recentemente, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), manifestou apoio a um projeto de lei de iniciativa popular que pretendia proibir a locação de horários na TV para igrejas evangélicas

Outro forte apoiador de Lula, o senador Roberto Requião (MDB-PR), se manifestou em 2013 em apoio às propostas de limitação da presença evangélica na TV. “É preciso que isso tenha um paradeiro“, afirmou, à época.

 

 

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