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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 27/04/2017

Professora proíbe referências ao cristianismo e cola adesivos LGBT em cadernos de alunos

A organização ‘Liberty Counsel’ enviou uma carta às Escolas Públicas do Condado de Hillsborough (Flórida), alertando sobre uma professora que proibiu os alunos de usarem adornos com cruzes em sala de aula e está envolvida em uma ação de ativismo político LGBT ultrajante em sua sala de aula, punindo alunos que não concordam com esta ideologia.

 

Lora Jane Riedas, professora de matemática da Riverview High School, colocou adesivos com o arco-íris – usado como símbolo LGBT – nos cadernos de seus alunos.

 

A decoração da sala de aula de Riedas promove de forma flagrante uma agenda pró-LGBT.

 

Riedas retuitou uma publicação do “huffpostqueer”, aparentemente durante um dos dias de aula sobre sua “série favorita da web sobre a teoria Queer [que deu origem à ideologia de gênero] para os pequenos” que indica: “Está aqui como falar às crianças sobre o que significa ser um aliado do movimento LGBTQ”.

 

A professora também faz parte do ‘Instituto de Liderança da Rede de Educação para Gays, Lésbicas e Héteros’ (GLSEN).

 

Riedas proibiu pelo menos três alunos de usarem colares com cruzes em sua sala de aula, alegando que eles são “símbolos de gangues”. Uma das cruzes, um pequeno crucifixo usado por uma estudante da nona série e atual cliente do Instituto Liberty Counsel, tem menos de uma polegada de comprimento.

 

Riedas exigiu que o estudante parasse de usar seu colar cruzado e a perseguiu com várias acusações falsas de “mau comportamento”, depois que a estudante retirou o adesivo com o ‘arco-íris LGBT’ que a professora havia colado em seu caderno.

 

Riedas é assumidamente lésbica e sua parceira, que também é professora em Riverview, chegou a se vestir como uma freira durante a semana do espírito escolar, usando um crucifixo feito de caveiras. Ela twittou ironizando a ‘fantasia’, dizendo que tinha “um mau hábito” e que isso era “assustador”.

 

Riedas está promovendo as atividades políticas coercitivas do ‘Dia do Silêncio’, movimento promovido pelo ‘GLSEN’ e programadas para se realizarem na última sexta-feira, 21 de abril de 2017.

 

O guia do ‘GLSEN’ incentiva os professores a exigirem que os alunos de idades a partir de 12 anos se envolvam em várias formas de ativismo político coercitivo LGBT, ignorando a opinião dos pais sobre isso ou até mesmo crenças religiosas dos alunos.

 

Os alunos podem ou “se juntar ao movimento para se dar bem” ou correrem o risco de serem “excluídos”, caso discordem dos pontos de vista radicais da professora e do instituto ao qual ela é ligada.

 

Parte da coerção do GLSEN inclui que os alunos “apoiam” o “Dia do Silêncio” estejam isentos de arguições em sala de aula, enquanto aqueles que não participam do “Dia do Silêncio” devem se preparar para responder às perguntas da professora em classe. O ‘GLSEN’ incentiva os professores a “imprimirem” a propaganda LGBT em aula e “fazerem com que os alunos leiam e escrevam silenciosamente sobre o que aprenderam”.

 

“O comportamento de intimidação de Lora Jane Riedas é ultrajante e inconstitucional”, disse Mat Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel.

 

“Um professor não pode proibir os alunos de usarem colares com cruzes, enquanto outros estudantes são autorizados a usar qualquer outro tipo de adorno. Também os professores não podem retaliar contra os alunos que se recusam a exibir adesivos com arco-íris em seus livros ou cadernos para promover uma agenda política LGBT. A sala de aula é para a aprendizagem, não para promover a agenda LGBT”, disse Staver.

 

Fonte: Guia-me