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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 13/09/2016

Programas voltados para o emprego diminuem beneficiários do Bolsa-Família em Feira

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Inserção de profissionais ao mercado realizado pela Casa do Trabalhador; qualificação oferecida pelo Cicaf Gilza Melo (Centro Integrado de Apoio do Adolescente e Família); Feira Produtiva, que incentiva núcleos rurais a produção de alimentos em pequenas fábricas, e Acessuas, que tem como finalidade promover o acesso ao trabalho das pessoas que dependem da assistência social: todos esses programas e ações governamentais propiciam, em Feira de Santana, que milhares de pessoas deixem de depender do Bolsa-Família.

 
Em três ano e meio, o número de beneficiados em Feira de Santana caiu 29%. Passou de 51 mil para 36 mil. Outros dois mil estão em processo de avaliação pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. Caso sejam deferidos, a quantidade de famílias beneficiadas no município passará a 38 mil.

 
Para o secretário de Desenvolvimento Social, Ildes Ferreira, a redução na quantidade de pessoas que dependem dos repasses mensais para sobreviver deve ser vista positivamente. A situação de um município, em termos de renda, é positiva à medida que a quantidade de pessoas que dependem dos programas sociais para sobreviver diminua. Significa que as famílias encontraram trabalho; uma maneira de obter renda.

 
Esta significativa redução, analisa, é um importante indicador de que o município não sofre toda a contundência da crise na economia que assola o país. “Confirma as pesquisas sobre o potencial de Feira de Santana divulgadas. São iniciativas que são portas de saída para o Bolsa Família”, afirma o secretário.

 
A suspensão por caso de morte do titular, transferência de domicílio e o rigor nas avaliações das informações também são fatores para a redução, mas com percentuais baixos. O programa é autodeclaratório. Os analistas tomam como verdadeiras as informações prestadas pelo proponente, como estar desempregada ou ser pobre, por exemplo. Para ter direito ao benefício, a renda por pessoa da família não deve passar de R$ 115,00 mensais.