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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 08/08/2014

Promotoria quer fechar Templo de Salomão até a liberação do alvará definitivo

templo_salomao2 O Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) continua investigando o Templo de Salomão. A notícia postada na Folha de São Paulo nesta quarta-feira (6) afirma que o promotor Maurício Lopes vai pedir o fechamento do megatemplo.

 

Responsável pelo setor de Habitação e Urbanismo do MPE, Lopes quer fechar o Templo de Salomão por conta do alvará de evento emitido pela Prefeitura de São Paulo que tem validade para seis meses.

 

“Que evento é esse que dura 15 horas por dia, durante seis meses?”, disse ele durante entrevista à Folha.
O promotor questiona também a falta de laudo dos Bombeiros, o termo atestaria se o local cumpre com as normas de segurança estabelecidas assegurando a integridade física das 10 mil pessoas que visitarão os cultos diários que serão realizados no Templo.

 

A ideia do promotor é fechar o megatemplo até que o alvará definitivo seja liberado. Se a prefeitura não acatar a recomendação da Promotoria, o caso será levado à Justiça.

 
Maurício Lopes também é o responsável pelas investigações referentes ao alvará de reforma que foi emitido antes das obras do Templo de Salomão se iniciarem. Segundo o MPE a Igreja Universal do Reino de Deus precisaria do alvará de construção e com isso teria que pagar cerca de R$ 35 milhões em impostos.

 

A IURD, por meio de sua assessoria, nega qualquer irregularidade nas documentações afirmando que nesses quatro anos de construção a obra teve acompanhamento dos órgãos responsáveis e nenhuma fraude foi identificada.

O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal e idealizador do Templo de Salomão, também se pronunciou sobre o caso dizendo que se trata de uma perseguição.
“Tanto os maus religiosos quanto os maus ignorantes não se cansam de destilar palavras venenosas no intuito de matar, roubar e destruir. Ignoram o fato de estarem a serviço de Satanás. Ignoram também que quanto mais tentam nos denegrir, ofender e prejudicar, mais aguça em nós a motivação da fé”, escreveu Macedo.