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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 05/12/2014

Rede municipal disponibiliza DIU para mulheres de baixa renda

59551-2O método é contraceptivo. Previne não somente a gravidez indesejada, mas é usado como aliado no planejamento familiar. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), disponibiliza a inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU), sobretudo, para mulheres de baixa renda que têm restrição a anticoncepcionais – pílulas e injeções.

 

 

O primeiro passo é demonstrar o desejo ao médico ou enfermeiro que a acompanha na unidade de saúde. Este, por sua vez, realizará uma triagem para identificar se a mulher poderá se submeter ao método. Um dos critérios é estar em idade fértil.

“O profissional vai encaminhar a solicitação para o PAISM – através de uma guia e cópias dos documentos do paciente e cartão do SUS – que ficará responsável pelo agendamento”, afirma a enfermeira referência do programa, Graça Passos.

Ela diz que algumas mulheres apresentam restrições a outros métodos contraceptivos, o que pode ocasionar náusea, cefaléia ou tontura. Isto faz com que abandonem o tratamento.

 

O DIU é um dos métodos mais seguros na contracepção, com uma margem de falha de 0,1%.

Recentemente, a Secretaria de Saúde passou a disponibilizar o DIU Mirena. Um contraceptivo de alto custo – o preço do dispositivo pode chegar a R$ 900 – eficaz em até cinco anos, método hormonal, provoca mínimos efeitos colaterais e não causa sangramento, consequentemente melhora os níveis de hemoglobina no sangue.

“É um método considerado o sonho de qualquer mulher, uma vez que causa alguns benefícios à saúde, a exemplo daquelas que sofrem de cólicas e sangramentos irregulares fora do período menstrual”, observa. A inserção é gratuita e é feita pelo ginecologista.

Como qualquer outro contraceptivo, o DIU Mirena tem contra-indicações, a exemplo de mulheres que apresentam útero volumoso, miomas grandes, doença inflamatória nos últimos três meses e sangramento uterino de causa desconhecida.

 

As informações são da Secom.