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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 19/03/2015

Secretaria de Saúde anuncia ações contra a tuberculose

1832015110534 O Programa de Controle de Tuberculose da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana realiza, na próxima terça-feira, 24, a “Blitz da Saúde”. A ação será desenvolvida no semáforo em frente ao Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Lêda, ao lado do Feira Tênis Clube.
A atividade faz parte da programação especial que marca o Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose. Visando a prevenção e o controle da doença, entre os dias 23 e 27 desse mês de março, vão ser realizadas ações educativas com palestras e distribuição de panfletos nas unidades básicas de saúde do município.

 

Faz parte, ainda, das ações uma capacitação de médicos e enfermeiros das Unidades de Saúde da Família e do Conjunto Penal de Feira de Santana, sobre o manejo clínico da tuberculose numa parceria com instituições de ensino.

 

“Qualquer pessoa que tenha tosse por mais de três semanas seguidas deve ser analisada. A partir da confirmação fazemos o acompanhamento”, explica Gilca Lessa Miranda, técnica de referência do Programa de Controle da Tuberculose no Município.

 

Segundo ela, a pessoa que apresenta os sintomas, deve procurar imediatamente a unidade básica de saúde mais próxima para ser submetida ao teste rápido de tuberculose. O recurso, implantado no ano passado em Feira de Santana, garante o resultado do exame de forma segura em no máximo duas horas.

 

Em Feira, 184 novos casos foram identificados desta forma em 2014. Só 2% dos pacientes abandonaram o tratamento. O Ministério da Saúde considera aceitável até 5%.

 

TRATAMENTO E CURA

 

A tuberculose tem cura e o tratamento, que dura em média seis meses, é totalmente gratuito. O município de Feira de Santana possui toda infra-estrutura necessária, contando com equipe multiprofissional e o fornecimento da medicação exigida, além de cestas básicas para os pacientes.

 

“Importante é não abandonar o tratamento”, alerta a técnica de referência, Gilca Lessa. “O paciente não deve interromper o tratamento em hipótese alguma, sob pena de ter que prolongá-lo com maiores dificuldades, pois nesse caso o bacilo da doença se torna mais resistente”, salienta.