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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 07/06/2014

Teste do pezinho é feito em 82% dos recém nascidos baianos, diz Apae

562014112654A cobertura do Teste do Pezinho na Bahia alcançou, em 2013, a marca de 82,08% das crianças nascidas no estado. A informação é da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Salvador (Apae Salvador), órgão responsável pelo teste nos 417 municípios baianos.

 

Para comemorar os resultados, a Apae realizará uma ação às 10h desta sexta-feira (6), Dia Nacional do Teste do Pezinho, com pacientes que serão atendidos no ambulatório da entidade.
“Vamos aproveitar as crianças que serão atendidas e comemoraremos com um bolo, além de distribuição de brindes”, contou Tiago Abelardo, coordenador de comunicação da Apae Salvador. “A ação também visa reforçar a importância do exame”, acrescenta.

 

Tiago ainda revelou que a Apae aguarda a inclusão do diagnóstico de duas novas doenças no Teste do Pezinho. “Acreditamos que até o fim do mês a deficiência da biotinidase e a hiperplasia adrenal congênita serão acrescentadas ao exame”, afirma.

 

De acordo com a Apae, em 22 anos a entidade já realizou a triagem em 2,7 milhões de recém-nascidos em todo o estado, dos quais 4.570 foram diagnosticados e recebem atendimentos da instituição.
Segundo a gerente do Centro de Diagnóstico e Pesquisas da Apae Salvador, Inês Fontes, o objetivo é aumentar ainda mais o número de recém nascidos que fazem o teste. “O ideal que perseguimos é a ampliação do acesso à triagem e a conscientização das famílias sobre a importância da prevenção”, explica.

 

O Teste do Pezinho é gratuito e um direito de todo recém-nascidos. O exame, que é realizado pelo SUS em 3.164 postos de saúde de toda a Bahia, é composto de cinco exames que identificam doenças, como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, aminoacidopatias, fibrose cística, doença falciforme e outras hemoglobinopatias.

 

Dados da Apae apontam que dos 4.570 recém nascidos diagnosticados através do Teste do Pezinho, 94 tinham fenilcetonúria, 978 com hipotireoidismo congênito, 3.413 com hemoglobinopatias e 8 com fibrose cística.

 

As informações são do G1.