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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 28/06/2018

Traficante internacional de armas que se passava por pastor é preso novamente

Um traficante internacional de armas que se passava por pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus foi preso na última terça-feira, 26 de junho, por policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme).

 

O homem, identificado como Felipe Jorge da Silva Freitas, de 42 anos, foi preso em Pedra de Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, em uma operação que contou com o apoio de policiais da Força Nacional que estão cedidos à corporação para reforçar o efetivo da Desarme.

 

De acordo com informações do jornal O Dia, o delegado titular da Desarme, Fabrício Oliveira, comentou que a prisão de Felipe Jorge foi possível após troca de informações de inteligência com outros órgãos de segurança e a Polícia Rodoviária Federal.

 

Freitas já havia sido preso em dezembro de 2010, em Corumbá, Mato Grosso do Sul, em companhia de outro pastor evangélico identificado como Sebastião Braz da Fonseca Neto, 49 anos, com fuzis que seriam entregues à traficantes de drogas do Morro do Martins.

 

A prisão foi feita pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e os envolvidos foram acusados de tráfico internacional de armas. A descoberta se deu por acaso, já que uma patrulha selecionou o veículo em que os traficantes viajavam aleatoriamente, e ao realizarem a vistoria, localizaram sete fuzis modelo M-15, calibre 5,56, cujo tiro pode atravessar coletes à prova de balas.

 

Ao receberem a ordem de prisão, os dois traficantes que viajavam com as armas – identificados como Sebastião Braz da Fonseca Neto, de 42 anos, e Felipe Jorge da Silva Freitas, de 33 – informaram aos policiais que outro integrante do esquema aguardava sua chegada a Campo Grande. Dessa forma, a PRF prendeu Francisco Ferreira de Moura, de 31 anos.

 

As investigações descobriram que os fuzis haviam sido comprados na Bolívia e seriam levados para os traficantes fluminenses, desmontados e envoltos por material plástico, e os pastores receberiam R$ 20 mil cada. À época, a Igreja Mundial afirmou que o episódio era um “caso isolado”.

 
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