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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 02/10/2017

UPA da Mangabeira completa três anos de atividades

O casal Edvânia Nascimento Reis e Pedro Reis levou o jovem Carlos Eduardo à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Mangabeira. O rapaz sofreu um acidente doméstico e precisou de cuidados médicos. Tudo rápido. Eles entraram na estatística de atendimentos da unidade, bastante elogiada pela comunidade local e de bairros vizinhos.

 

Edvânia e Pedro procuraram a UPA da mangabeira no sábado, pela manhã, justamente quando a unidade completou 3 anos em atividades. “Já precisamos de atendimento aqui antes e é tudo rápido. O pessoal atende muito bem. Ai de nós se não fosse a UPA”, agradeceu Edvânia.

 

Preocupado com o jovem Pedro o casal nem viu as comemorações pelos 3 anos da unidade. Um café da manhã foi servido pela direção da UPA e Secretaria Municipal de Saúde.

 

A secretária municipal de Saúde, Denise Mascarenhas, aproveitou para parabenizar os funcionários. “Vocês é que fazem o atendimento ser de excelência. São profissionais capazes e preparados”, acentuou.

 

O prefeito José Ronaldo foi convidado e participou do café com os funcionários. “Eu fico feliz de ver que a UPA da Mangabeira tem cumprido bem seus objetivos. Aproveito para reforçar o pedido aos funcionários para que haja empenho no atendimento a essas pessoas que aqui chegam com dor”, destacou o prefeito.

 

ESTRUTURA

 

Moderna, equipada e localizada em um prédio espaçoso, a UPA atende apenas os casos de urgência e emergência – como uma crise de hipertensão, uma glicemia descompensada, desidratação ou acidentes sem gravidade. Os demais casos devem ser levados aos PSFs. Funciona ininterruptamente e o atendimento aos pacientes é feito por médicos plantonistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem.

 

Tem 12 leitos, mas os pacientes não podem ficar internados mais do que 24 horas. A partir daí eles são regulados – encaminhados para hospitais.

 

É dotada de salas para coleta de material que será encaminhado para o laboratório, de Raio X eletrocardiograma, locais para observação masculina e feminina, mais uma destinada à pediatria, e outras onde serão feitas suturas e inalação.

 

Entre as salas se destaca a de Classificação de Risco, que é instituída pelo Ministério da Saúde, onde o paciente é observado para definir se o atendimento é imediato ou se a situação permite que se obedeça a ordem de chegada. Outro destaque é a Sala Vermelha, para onde são encaminhados os pacientes em estado grave. É dotada de respiradores artificiais, eletrocardiógrafo e desfibriladores – um é portátil e oxímetro, aparelho que mede a oxigenação, no pulso.