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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 22/07/2014

Veja o que pensam candidatos à Presidência sobre aborto e drogas

pauta-eleicoes-1405009415216_615x300 O aborto foi um dos temas decisivos na campanha eleitoral de 2010, principalmente no segundo turno. Polêmico, o tema divide a opinião da sociedade e coloca os candidatos em uma posição defensiva para não perder o voto dos eleitores.

 

Outros temas são tão polêmicos como o aborto e prometem ganhar destaque nas eleições de 2014: descriminalização da maconha e o ensino religioso obrigatório. Para saber o que pensa cada um dos candidatos à Presidência do Brasil, o UOL entrou em contato com eles e fez uma lista com o que cada um pensa sobre esses três assuntos.

 
Vamos retransmitir o que pensa os quatro candidatos que estão nos primeiros lugares das pesquisas eleitorais e que terão mais tempo na imprensa: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Pastor Everaldo Pereira (PSC), mas você pode acessar o UOL e conferir a lista de todos os candidatos que responderam a entrevista do site.
Descriminalização do aborto

 

Dilma Rousseff (PT)

 

É contra. “Defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto”, afirmou em 2010, quando era candidata ao Planalto.

 

Aécio Neves (PSDB)

 

É contra. “Sou a favor da legislação atual, sem mudanças”, afirmou o tucano em entrevista a uma revista em junho de 2013.

 

Eduardo Campos (PSB)

 

É contra. Considera a legislação adequada e não vê razões para seja alterada a lei. “Como cristão, cidadão e pai de cinco filhos, minha vida já responde à pergunta”, disse em entrevista em uma missa em Aparecida (SP) em abril.

 

Pastor Everaldo Pereira (PSC)

 

É contra. “Defendo os princípios cristãos, defendo a vida a partir da concepção, e sou a favor de todas as leis civis e penais que defendam o direito à vida. A criminalização do assassinato de vida intrauterina é tão importante quanto a criminalização do assassinato de vida extrauterina. As exceções que hoje constam no direito brasileiro já são mais do que suficientes para regular a questão”.