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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 18/04/2018

Vereador pede fiscalização da comercialização de água mineral na cidade

Foto- Ilustração

Em pronunciamento, na sessão ordinária desta quarta-feira (18), na Casa da Cidadania, o edil Isaías dos Santos (PSC) pediu atenção das secretarias municipais de Saúde e Desenvolvimento Econômico para a comercialização de água mineral adulterada em Feira de Santana. O edil solicitou a intensificação da fiscalização no período micaretesco.

 

Antes de iniciar o assunto, Isaías parabenizou o presidente da Casa, vereado José Carneiro Rocha (PSDB), que criou um Projeto de Lei incluindo no calendário oficial do Município o Dia Dos Desbravadores. “Podem contar com meu apoio”, disse Isaías aos desbravadores presentes nas galerias da Câmara.

 

Tratando sobre a comercialização de água mineral adulterada na cidade, Isaías pediu que o Município intensifique a fiscalização, principalmente as mercadorias que serão comercializadas na festa momesca. “Não estou sendo contra os trabalhadores honestos, pais e mães de família que vivem dessa venda, mas da minoria que está adulterando esse produto. Estão enchendo as garrafas com água que não sabemos a origem e isso pode gerar casos de doença na cidade e não temos hospitais e estrutura para tratar de tantos casos”, pontuou Isaías.

 

O edil sugeriu que os comerciantes apresentem notas fiscais dos produtos, como forma de provar a legalidade. “Peço que a secretária Denise e Borges Júnior fiquem atentos à essa questão. Que a Vigilância Sanitária esteja nas ruas durante a Micareta e cobrem as notas fiscais das mercadorias”, sugeriu.

 

Em aparte, o vereador Zé Filé (PROS) alertou para a verificação da data da nota fiscal. “A pessoa pode comprar a água uma vez, guardar a nota e apresentar todas as vezes que for fiscalizado, como se fosse de todas as mercadorias. Então, sugiro que verifiquem também a data das notas”, aconselhou.

 

Também em aparte, Alberto Nery (PT) acredita que não se pode generalizar o problema e que os culpados devem ser punidos. “Não podemos generalizar, sabemos que há muitos pais de família que vivem de vender água mineral e trabalham da forma correta”, analisou.

 

Para finalizar, Isaías parabenizou o Jornal Folha do Estado por levar à tona o problema. “Depois da matéria publicada no Folha do Estado, muitos vídeos e publicações relacionados a este assunto foram divulgados. Eu sugiro que as pessoas cortem as garrafas depois de consumirem a água para evitar a reutilização do recipiente”, sugeriu.

 

Ascom