Versículo do dia
O presente do homem alarga-lhe o caminho e leva-o à presença dos grandes.

Acusado de matar pastor com espada é absolvido no DF

Share on facebook
Share on twitter
Share on google
Share on whatsapp

suspeito2O homem acusado de matar um pastor usando uma espada, em setembro de 2014 no Distrito Federal, foi absolvido pelo Tribunal do Júri de Taguatinga.

 

O júri entendeu que o autor dos golpes de espada, que fizeram com que o pastor Alessandro Veloso Pires, 40, perdesse um olho e parte da massa encefálica antes de entrar em óbito, sofre de insanidade mental e por isso não pode responder pelo crime.

 

O pastor saiu de Goiânia (GO) com os dois filhos mais novos, de 5 e 12 anos, para assistir ao mais velho, um militar, desfilar pelo Exército nas celebrações da Independência.

 

Pires comprou os assentos reservados de números 38 e 40, mas quando entrou no ônibus encontrou o acusado ocupando um dos lugares.

 

Segundo o filho mais velho da vítima, Patrick Lucas Pires, que é militar, o pai não fez questão do acento porque o ônibus tinha outras poltronas vazias, mas assim que o veículo estacionou no terminal rodoviário de Taguatinga, o homem se levantou e agrediu o pastor usando a espada.

 

“Ele deu vários golpes na cabeça do meu pai. Meu irmão de 12 anos, quando viu a cena, começou a gritar: ‘para, não faz isso não, ele é meu pai’. Depois o cara fugiu”, relatou o militar.

 

O agressor conseguiu fugir do flagrante, mas foi preso dias depois ao ser abordado por uma equipe da Polícia Militar. No ato da prisão ele estava com uma espada, duas facas e um amolador de facas. Todos os objetos foram apreendidos.

 

 

Em seu depoimento o acusado apresentou momentos de lucidez e de alucinações, “chegando a pensar que estava na marinha e que não queria manchar a farda”. Em outros momentos ele afirmou que atacou o pastor por estar com o filho de 5 anos no colo. Para ele, segurar uma criança no colo era abuso sexual.

 

Um laudo médico atestou que o acusado sofre de esquizofrenia e alienação mental. Por isso, ele é “incapaz de entender o caráter criminoso de fato”.

 

Como o Código Penal brasileiro não permite pena para portadores de doença mental, o juiz determinou que ele seja internado em hospital de custódia e tratamento psiquiátrico por prazo mínimo de três anos.

 

GOSPEL PRIME

OUTRAS NOTÍCIAS