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Portal Cidade Gospel | Redação | Publicado em 20/02/2019

André Valadão causa polêmica ao lançar cartão de crédito em culto

 

O pastor e cantor André Valadão, que comanda a Igreja Batista da Lagoinha, em Orlando (EUA), causou polêmica nas redes sociais após o lançamento de um cartão de crédito sem anuidade com a marca “Fé”, durante um culto na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.

 

André Valadão fez a apresentação aos fiéis e foi taxado de “Mercador da Fé” em sua página do Facebook.

 

A marca “Fé”, do religioso, é utilizada em outros produtos, como canetas, bíblias e camisetas. “Sempre o admirei, mas uma atitude péssima. Que você volte ao reino. Menos um seguidor”, postou Diego Montenegro. “Manipular as pessoas para usarem cartão bancário? Isso é um absurdo total!!”, reagiu Adriana Fileto.

 

Em um vídeo com imagens do culto, o pastor apresenta o cartão aos fiéis. Segundo ele, as pessoas que entram no cheque especial pagam 30% de juros, mas o cartão “Fé” , que é um serviço nunca oferecido antes, tira tudo e qualquer taxa e só deixa a administrativa.

 

“Achei muito legal. Achei de Deus”, disse Valadão. “A gente não quer nada com isso. Só abençoar as pessoas, mesmo. Serve para você, para o seu pai, seu tio, seu avô. Já vão com crédito liberado para você. Aleluia, glória a Deus”, disse o pastor, informando o telefone 0800 para as pessoas adquirirem o cartão. “Olá, aqui é o André Valadão. Você ligou para a central do cartão Fé. Fico muito feliz que você tenha ligado. Por favor, aguarde na linha que um dos nossos consultores irá atendê-lo”, diz a mensagem gravada pelo pastor.

 

Segundo a Igreja Batista da Lagoinha, a informação é que o lançamento do cartão foi na semana passada e que André Valadão já retornou aos Estados Unidos.

 

A assessoria de marketing do pastor ficou de falar sobre a repercussão negativa do lançamento do cartão, mas ainda não entrou em contato com a reportagem de O TEMPO, que também tentou falar com o pai dele, o pastor Márcio Valadão, presidente da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.

 

Fonte: O TEMPO