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Arqueólogos encontram provas da destruição de ídolos pelo Rei Ezequias, em Israel

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1867320706-artefatos-rei-ezequias Arqueólogos encontraram indícios que comprovam a destruição dos altares de ídolos pagãos provocada pelo Rei Ezequias em Israel, conforme descrito na Bíblia.

 

Nomeada como “uma descoberta importante e incomum” pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês), as escavações que aconteceram no Parque Nacional Laquis, localizado no centro de Israel, revelou um “portão-santuário” datado no século 8 a.C — o maior portão do período do Primeiro Templo já descoberto no país.

 

Em 2 Reis 18:4, Bíblia diz que o rei Ezequias “removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados”.

 

“O tamanho da porta é consistente com o conhecimento histórico e arqueológico que possuímos. Laquis era uma grande cidade, uma das mais importante depois de Jerusalém”, disse Sa’ar Ganor, diretor da escavação.

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De acordo com o narrativa bíblica, tudo aconteceu no portões da cidade, onde idosos, juízes, governadores, reis e funcionários costumavam se assentar em bancos. “Estes bancos foram encontrados em nossa escavação”, disse Ganor.

 

O portão de Laquis mede 24 centímetros de largura e 6 de altura. Ele é composto por seis câmaras — três de cada lado — e era atravessado pela principal rua da cidade.

 

A escavação foi realizada pelo IAA realizada de janeiro a março deste ano, por iniciativa do Ministério da Herança de Jerusalém em cooperação com a Autoridade de Natureza e Parques.

 

Artefatos revelam detalhes

 

Segundo o diretor da escavação, as descobertas levaram os especialistas a “uma escada que fazia parte de uma grande sala, onde havia um banco sobre o qual as ofertas eram colocadas”. Uma abertura exposta no canto da sala levava a uma versão distorcida do “santo dos santos”.

 

O grupo encontrou na sala dois altares de quatro chifres e dezenas de objetos de cerâmica, incluindo lâmpadas e tigelas. Para Ganor, os chifres no altar tinha sido “intencionalmente quebrados”.

 

“Essa é uma evidência da reforma religiosa atribuída pelo rei Ezequias, onde o culto religioso foi centralizado em Jerusalém e os altares pagãos levantados fora da capital foram destruídos”, disse Ganor.

 

Além de quebrar as pontas do altar, Ezequias aparentemente instalou um banheiro no suposto “santo dos santos”, para abolir a adoração como a última profanação do lugar. O banheiro é uma pedra em forma de cadeira com um buraco no meio, encontrado no canto da sala. É aparentemente simbólica, já que testes mostram que nunca foi usada.

 

Segundo o IAA, a ideia de Ezequias ter usado um vaso sanitário para contaminar locais de cultos pagãos não é mencionada na Bíblia, como no caso de Jeú, quando aboliu o culto a Baal (ver em 2 Reis 10:27). É a primeira vez que o fenômeno foi confirmado arqueologicamente.

 
GUIAME

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