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Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?

Bíblia é estranha e preconceituosa, diz filho de Eyshila

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O filho da cantora Eyshila, Lucas Santos, voltou a polemizar ao publicar prints de uma conversa no Instagram em que responde a um seguidor que o interpelou para dizer que orava por ele. A resposta veio em tom de crítica, e o jovem afirmou que considera a Bíblia um livro contraditório e preconceituoso.

Lucas Santos virou assunto recentemente por fazer publicações em que surge como drag queen. A polêmica se instalou e Eyshila usou as redes sociais para dizer que seu papel é amar “sem compactuar com suas escolhas”.

Agora, Lucas Santos voltou a atrair atenção para si ao expor um diálogo mantido com um seguidor. A conversa, em torno de suas escolhas, foi permeada pelos conceitos que formam o pensamento progressista.

“Oro por você e por seus pais, sua família. Quanto sofrimento de vê-lo nessa situação”, escreveu o usuário do Instagram, na mensagem enviada a Lucas.

Em resposta, o filho de Eyshila valeu-se de ironia: “Preconceito trás (sic) sofrimento mesmo! Tanto para quem pratica, quanto para quem sofre, infelizmente”.

“Preconceito não, querido. Eu imagino a dor de uma mãe perder um filho pra morte física e agora perder um filho pra morte eterna. Você sabe o que Deus fala a esse respeito. Você conhece a Palavra de Deus… Deus te ama, teus pais te amam, e ninguém vai mudar isso, mas não amam a sua prática pecaminosa… Deus te abençoe”, disse o internauta.

A partir desse ponto, com a menção à morte de Matheus, irmão mais velho de Lucas, o rapaz adotou uma postura um pouco mais incisiva, e expôs as ideias que nutre: “Quando você diz que eu conheço a ‘palavra de Deus’, eu te digo o que eu realmente conheço: um livro. Um livro incrível, fascinante, histórico, estranho, contraditório, lindo, preconceituoso, amoroso, confuso, inspirador – imperfeito”.

“É um livro que foi utilizado e alterado na intenção de moldar um sistema que seria de benefício a homens. Durante certo tempo foi usado para controlar, oprimir, manipular e até matar. Assim como atualmente, já foi e continua sendo utilizado para ajudar muitas pessoas. Ainda que no presente esse livro traga benefícios, ainda influencia negativamente a sociedade por ser interpretado tão literal e irracionalmente”, acrescentou Lucas.

Em outra mensagem – a última desse diálogo que ele compartilhou – seu argumento indica influencias do antropocentrismo, em que o ser humano é visto como o centro de tudo: “Pessoas estão cansadas de não serem tratadas como pessoas, de serem vistas como um ‘objetivo’. Objetivo esse que é convencer ‘toda criatura’ a acreditar e se moldar numa ‘verdade’ que é a do protestantismo moderno; Ela ‘liberta’, mas não permite viver. Diz que ama, até tenta, mas não se permite sentir com o coração. Abraça sem tocar, toca sem sentir e sente sem refletir. Quanto à minha vida eterna, estou em paz com ela; não somente estou, como agora sei que Sou. Um abraço”.

Na legenda da publicação, o filho de Eyshila se aprofundou um pouco mais em seu ponto de vista: “O uso da palavra ‘preconceito’ por mim na primeira resposta foi relacionado ao suposto ‘sofrimento’ que certas pessoas sentem ao me verem ‘nessa situação’. Por mais que esse sofrimento seja real, ‘inofensivo’, minha intenção foi dizer que esse sofrimento é, de fato, enraizado em preconceito. Preconceito que, nesse caso, não é expressado diretamente através de ataques, mas se mantém vivo através da alienação”.

Gospel+

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